365 dias de Natal

Que este Natal seja mais um Natal. Mais um nestes 365 dias do ano…

Como todo dia, que tenhamos comunhão.

Como todo dia, que haja paz.

Como todo dia, que tenhamos nossa santa ceia em memória Dele.

Como todo dia, que lembremos de Jesus, nosso Senhor.

Como todo dia, que o adoremos.

Como todo dia, que nossas casas se encham de alegria.

Como todo dia, que haja gratidão.

Como todo dia, que busquemos ser cheios do Espírito Santo (e não do natalino).

Como todo dia, que Ele seja o alvo das nossas vidas.

Como todo dia, anunciemos as boas notícias!

Como todo dia, lembremos que Ele, mesmo  sendo eterno, veio à terra.

Como todo dia, lembremos que Ele existe.

Como todo dia, lembremos que Ele vive.

Como todo dia, lembremos que Ele voltará!

Como todo dia, mais do que lembrar, que Ele seja em nós.

Que Ele reine em nossas vidas, da mesma maneira como Ele vive.

Como todo dia, que orações sejam dadas somente à Ele, pois Ele é Deus.

 

Entretanto, se este 25 de dezembro não é como todo dia… Esta data, estas sensações, estes momentos, estas comemorações, toda esta emoção, não passam de pura vaidade, que somente satisfaz a carne e a alma. E este é o “espírito natalino”, anunciado pelas grandes mídias e por toda sociedade capitalista, que exclue os órfãos e as viúvas.

 

Se você já recebeu o Senhor como salvador e é filho Dele, comemore todos os dias, em comunhão com todos os seus amados, que o Senhor veio ao mundo e nos salvou. Comemore Sua vitória na cruz. E principalmente, aguarde e se prepare para Sua grandiosa volta. Aleluia!

 

Mas se você não conhece este Deus, que ama o mundo de TAL MANEIRA – Jo 3:16 (não há nem palavras para expressar este amor), saiba que Jesus te tirou no amigo secreto – frase do Pr. Felipe, Bola de Neve, 23/12/2010. E não foi no dia 25 de dezembro…  Foi antes da fundação do mundo! E não tenho dúvidas de que nem você e nem eu merecemos este presente.

 

Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais,

Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado,

O qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós”- 1 Pe 1:18-20

 

Deus abençoe sua vida!

 

André Aneas

 


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O Amor Furioso de Deus!

Neste final de semana, estava em um acampamento que teve como preletor o Pr. Glenio Fonseca Paranaguá. Ouvimos muito sobre a cura da nossa alma e da graça do Senhor. Porém, um ponto em especial falou muito ao meu coração e gostaria de compartilhar.

Graça

A graça de Deus só é graça porque não existe nada que possamos dar em troca dela. Nada que seja colocado em uma balança pode equilibrá-la junto a esta graça. A palavra de Deus nos diz que pela graça somos salvos, pois não temos absolutamente nada a oferecer ao Criador que nos faça dignos de salvação. Afinal, somos desde o nascimento parte de uma raça corrompida e rebelde contra Deus, e merecedores do inferno. Esta é uma verdade.

Criaturas

Outro ponto importante é que todos são criaturas de Deus. O Apóstolo João, inspirado pelo Espírito do Senhor, nos diz claramente que quem não ouve as palavras do Senhor tem como pai (ao contrário do dito popular) ao diabo e não a Deus. “Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus” – Jo 8:47. Só existem dois caminhos e as escrituras deixam isto muito claro.

Filhos de Deus

Graças ao Senhor Jesus, podemos receber Dele a graça necessária para nos tornar filhos de Deus. Através da fé em Cristo somos salvos e adotados pelo Senhor! Este é o evangelho: as boas novas de Cristo. Pecadores necessitados da graça de Deus e um Deus com um amor furioso pelo homem que só tem uma esperança: Deus lhe dar o que não merece.

Amor furioso de um Pai amoroso

O Senhor nos ama furiosamente ao ponto de entregar Seu filho unigênito! Jesus de Nazaré, sabendo que nada podíamos dar em troca do amor divino, se entregou por mim e por você! Sofreu, sendo rejeitado pelo próprio povo e humilhado. Mesmo sendo Deus, escolheu morrer, levando em suas costas o pecado do mundo inteiro, para que homens pudessem receber este presente imerecido e se tornarem filhos adotados de um Pai amoroso.

Graça pura

Debaixo desta mesma graça, diz o Senhor: “Porei as minhas leis no seu entendimento e em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus e eles me serão por povo” – Hb 8:10. Graças ao Senhor e pela sua graça nem decorar a lei precisamos, ela está em Seus filhos. É desta maneira que Ele permite que seu povo tenha identidade e viva conforme os Seus caminhos:

“Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer” – 1 Coríntios 1:10

O primeiro amor “furioso” sempre

Voltemos sempre ao primeiro amor. O primeiro amor furioso de um Deus, por criaturas que necessitam desesperadamente serem adotadas por um Pai que sabe amar. Primeiro amor que nos faz sempre lembrar que nada seria se não fosse este amor furioso. AMOR. Amor que nos faz nova criatura. Que nos permite nascer novamente. Que destrói na cruz a criatura que não tem concerto, que precisa ser mesmo destruída e feita novamente.

É tão bom ter a certeza de ser filho. Filho amado e com um Pai apaixonado! Um amor furioso… Certeza esta que me faz sorrir!

Quanto ainda vou meditar sobre este amor furioso? Eternamente!

 

André Aneas