Características do Mestre: Inspiração [“Independência” é Morte]

Jesus era inspirador. Ele tinha algo que era fruto de sua paixão e sua convicção que fazia com que qualquer um enxergasse Nele alguém único. As crianças (os pequeninos, como Ele os chamava) o amavam, sua atenção era dividida com os marginalizados da sociedade e estes, por sua vez, gostavam Dele (a se ver pela samaritana, pelo publicano, pelos pecadores em geral, pela mulher pecadora na casa do fariseu) e também pelos discípulos, principalmente Simão Pedro.

Pedro para mim é um caso a parte. Quando paro para pensar neste pescador eu imagino um homem que deseja de todas as formas ser parecido com seu Mestre. O poder de inspiração que vem de Jesus para Pedro é notório. Mesmo com todas as repreensões, Pedro não desiste de querer se mostrar para Jesus, de querer acertar, de tentar ao menos acertar. Pedro talvez tenha passado noites pensando como seria o dia de amanhã com o Mestre, o que ele aprenderia, qual dúvida tiraria. Mesmo em meio a todas suas deficiências, creio eu que Simão Pedro é um bom exemplo dentre os discípulos que revela que Jesus era inspirador.

André Anéas

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1/9 – Introdução [“Independência” é Morte]

2/9 – Jesus: Grande Líder “Da Causa” [“Independência” é Morte]

3/9 – E Quanto a Nós? [“Independência” é Morte]

4/9 – Características do Mestre: Paixão [“Independência” é Morte]

5/9 – Características do Mestre: Convicção [“Independência” é Morte]

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Características do Mestre: Convicção [“Independência” é Morte]

A autoridade com que Cristo pregava é notória em todos os evangelhos. Todos ficavam admirados com suas pregações, pois Ele falava de algo que Ele acreditava, estava convicto de que o Pai consentia nas Suas palavras. Sua convicção em seguir todas as instruções do Pai e declarar com toda certeza Suas palavras é um fato. Ele estava convicto de quem Seu Pai é e de Sua plena confiança Nele. Não importaria a dor dos pregos em suas mãos, não importaria as humilhações dos homens, as tentações, nada. Ele cumpriria os desígnios do Pai a risca.

A convicção pode ser notada nas palavras proferidas de sua boca, nas atitudes frente a adversidade (tentação e humilhação dos homens) e também no cumprimento de sua missão até o fim. Ele foi obediente. E obediência é fruto de convicção. Quando um filho obedece seu pai ele está convicto que se não obedecer ou será repreendido ou sofrerá as consequências por desobedecer. Em ambas as opções existe convicção. O contrário é verdadeiro. Quando não há obediência há pouca convicção, tanto das consequências, quanto de que o próprio pai tem autoridade sobre o filho.

André Anéas

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2/9 – Jesus: Grande Líder “Da Causa” [“Independência” é Morte]

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Características do Mestre: Paixão [“Independência” é Morte]

Quando pensamos em paixão automaticamente vem em nossa mente um sentimento, uma emoção. O “sentir” e se “emocionar” faz parte do nosso ser. Nós choramos, sorrimos, nos iramos, ficamos tristes, explodimos de alegria. O sentir faz parte de nós. Quando temos uma experiência pessoal com Cristo é impossível que vivamos sem emoção, paixão, sentimento.

Uma cena que vem a minha mente ao pensar em um Jesus apaixonado é pensar Nele ensinando quando criança no templo em Jerusalém. Ainda faltavam muitos anos para o calvário, em que Ele iria concretizar sua missão aqui na terra, porém, como vemos nas Escrituras, desde pequenino Jesus amava falar do Pai, dividir o Pai, aprender do Pai.

Outro fato que nos mostra a paixão do Senhor pelo Seu ministério é sua compaixão pelas vidas, revelada nos inúmeros milagres por Ele proporcionados. Ele, que é nosso Sumo Sacerdote, veio até nós e sentiu o que nós sentimos, chorou, teve fome, compaixão, foi tentado. Eu imagino Jesus olhando para nós tão imersos no pecado, presos em nossas cadeias e, mesmo pendurado no madeiro, ainda houve tempo de ter compaixão de um pecador. Mesmo em meio a todo o sangue Ele foi capaz de salvar aquele homem que o reconheceu. Talvez Ele deva ter pensado: “vai valer a pena, pois assim que eu morrer, assim que tudo for consumado, eles terão como se salvar, eles sairão da prisão do pecado para adorar ao Pai, eles terão vida em abundância, eles terão a paz que transcende o entendimento”.

Alguém que se entrega como Cristo se entregou tem paixão, tem amor, tem sentimento, tem emoção, tem Vida.

André Aneas

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E Quanto a Nós? [“Independência” é Morte]

Agora e quanto a nós que o recebemos pela graça? E quanto a nós que nos professamos cristãos? E quanto a nós que fazemos parte do corpo de Cristo? Temos vivido uma vida apaixonada, convicta e inspirada pelo nosso grande general? Talvez, a obrigação de ser apaixonado, convicto e inspirador não fosse a realidade de todos os liderados dos grandes líderes que existiram ao longo da história. Entretanto, no cristianismo, ser igual ao nosso Líder é nossa meta, nossa obrigação, é um mandamento conforme está escrito em Levítico 19:2: “…Santos sereis, porque eu, o SENHOR, vosso Deus, sou santo”.

Jesus viveu seus anos aqui na terra imitando ao Pai. O apóstolo Paulo nos diz para sermos seus imitadores, pois ele imitara a Cristo. O cristão deve sempre buscar ser semelhante a Cristo, pois Deus está revelado Nele. Como cristãos, não temos como escapar desta realidade ou tentar amenizá-la. O nível de perfeição não só é elevado, como a perfeição está contida Nele. Por isso, da mesma maneira apaixonada, convicta e inspiradora que Jesus viveu, assim nós, como imitadores Dele, devemos ser.

Teria como ser diferente? A final, se em Jesus temos a plenitude da vida, aquilo que todos buscam (estado de “independência”), mas que a maioria não alcançou, não temos motivos para sermos apaixonados e convictos? Não temos motivos para sermos inspiradores, uma vez que somos apaixonados e convictos? Os ideais de Jesus e sua missão para igreja, ainda estão a pleno “vapor”!

André Aneas

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