Conclusão [Por que se entregar a Deus?]

entrega total

Semelhantemente ao amor da mulher pecadora, que compreendeu a graça que vinha da parte de Jesus, assim deve ser o nosso amor por Jesus. Um amor sem resistência, totalmente entregue ao destinatário. Ao contrário do fariseu, orgulhoso, soberbo e justo aos próprios olhos, nossa atitude perante Deus deve ser de humildade, humilhação, adoração e demonstração do mais genuíno amor, pois o amor de Deus por nós, revelado em Cristo Jesus, não poupou NADA.

Uma vez entregues a este Deus maravilhoso e gracioso, deixamos de ser donos de nós mesmos, do nosso tempo, dos nossos bens. Passamos a viver para Ele, Nele e na causa Dele, se entregando aos outros como Ele fez por nós.

Devemos sim nos entregar a Ele, se for nossa decisão ser cristão. Por que? Porque Ele – Deus – nos deu tudo – Jesus Cristo. Qual o significado desta entrega? Significa uma entrega TOTAL, deixando Ele ser nosso dono. Quais implicações? Nosso comprometimento com o próximo, alvo da nossa entrega.

André Anéas

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1/8 – Introdução [Por que se entregar a Deus?]

2/8 – “Entrega” [Por que se entregar a Deus?]

3/8 – Um convite inesperado? (36) [Por que se entregar a Deus?]

4/8 – À procura de Jesus (37-38) [Por que se entregar a Deus?]

5/8 – Pé Atrás (39) [Por que se entregar a Deus?]

6/8 – Uma Grande Lição de Graça  (40-48) [Por que se entregar a Deus?]

7/8 – Quem é este? (49-50) [Por que se entregar a Deus?]

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Por que se entregar a Deus?

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Pé Atrás (39) [Por que se entregar a Deus?]

Simão, o fariseu, diz para si mesmo que Jesus não era quem ele estava pensando, pois Jesus não discerniu que a mulher era uma pecadora – prostituta. Aqui o fariseu revela a mente do pensamento religioso da época (e de hoje?). O pecador não tem escape. Não existe caminho de misericórdia e de graça. A desconfiança do fariseu é tamanha, que mesmo ele seguindo a Jesus, passa a desconfiar de que Jesus não seria “o” Profeta, “o” Messias.

pé atras

Para Simão e os religiosos da época, cumprir rituais, fornecer um culto a Deus sem vida interior verdadeira era suficiente. Achavam que agradavam a Deus se entregando exteriormente. Arrogância e orgulho imperavam no coração de muitos fariseus, não sendo humildes de coração e nem reconhecendo o quanto necessitavam do Senhor. Tinham em primeiro lugar a preocupação com suas posições. Talvez seja daí o fato de Jesus criticá-lo por não recepciona-lo como convinha na época, pois estava com um “pé atrás” com Jesus. Ao ver uma mulher, que não era da seita farisaica e pecadora, se prostrar diante de Jesus, o fariseu ficou com “dois pés atrás”…

André Anéas

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2/8 – “Entrega” [Por que se entregar a Deus?]

3/8 – Um convite inesperado? (36) [Por que se entregar a Deus?]

4/8 – À procura de Jesus (37-38) [Por que se entregar a Deus?]

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Um convite inesperado? (36) [Por que se entregar a Deus?]

convite inesperadoGostaria de expor a história relatada por Lucas no capítulo 7:36-50, em que uma pecadora demonstra de maneira singular seu amor pelo Mestre. Tenho certeza que a partir deste relato, a Palavra dará luz sobre as seguintes perguntas: “Por que devemos nos entregar a Deus?”, “O que significa se entregar a Deus?” e “Quais implicações práticas eu tenho me entregando a Deus?”.

Algo que precisa ser esclarecido acerca do Mestre: Ele não era festeiro e nem beberrão. Digo isto, pois muitas vezes ouvimos pessoas dizerem aquilo que os fariseus e mestres da Lei diziam sobre o nosso Mestre com o objetivo de denegri-lo. Que tipo de consideração merecem as palavras de pessoas que constantemente armaram ciladas para Jesus? Que crédito tem alguém que se utiliza de mentiras e artimanhas para tentar denegrir a imagem de um inocente? Observe os exemplos: João 8:6 (mulher adultera), Lucas 7:34 (“beberrão e comilão”), Lucas 23:2 (mentiras dos judeus no julgamento de Pilatos), Mateus 27:20 e Marcos 15:11 (líderes convencem / incitam a multidão a pedir por Barrabas), e por ai vai.

Abro um parênteses ao observar as inúmeras tentativas da liderança judaica de “derrubar” Jesus:

Cuidado com lobos em peles de cordeiro. A liderança judaica, os fariseus e “peritos na Lei” eram, em muitas situações, lobos em peles de ovelhas. Ele tentaram provocar Jesus a uma falha com armadilhas, argumentos, convencê-lo a aceitar aquilo que eles achavam certo. Hoje em dia existem muitos lobos nas lideranças da igreja. Cuidado! Muitos deles se portam como ovelhas, mas no momento em que forem confrontados com a VERDADE, com seus erros, pecados, falta de condições, de preparo, domínio próprio, de discernimento e com o próprio chamado, certamente vão trazer a tona suas verdadeiras identidades: lobos políticos, maquiavélicos, que fazem armadilhas e artimanhas, na maioria das vezes para nos confundirem sobre a VERDADE. Corromper a VERDADE é pior do que roubar dinheiro. Que tenhamos a mesma comunhão com o Pai, que teve Cristo, para discernir quem são este peritos em destruição psicológica e nos mantermos fiéis à Ele, sem nos dobrar diante destes cães.

O fato de Jesus ir até a casa de um Fariseu jantar e permitir a aproximação de uma pecadora não revela um Cristo que “topa tudo” para anunciar as verdades do Reino para os pecadores. Lucas coloca o texto referente a mente maquiavélica dos “fariseus e peritos na lei”, dizendo que Jesus era “comilão e beberrão”, um pouco antes do relato do convite do fariseu a Jesus. Por que Lucas coloca os textos próximos um ao outro? A resposta desta questão pode nos evidenciar a intenção de Lucas de nos esclarecer quem era Jesus de fato, desmistificando esta ideia errônea que muitos tem hoje, de que Jesus era um cara “bacana” e “legal”, sem preconceitos, com mente aberta, “descolado” e liberal. A imagem que muitos tem de Jesus é formada por pensamentos farisaicos, da ala que queria incriminar Jesus por meio de armadilhas e mentiras. Isto fica ainda mais evidente quando observamos o versículo 40, em que o fariseu o chama de “Mestre”, expressão comumente usada para se dirigir a rabinos. Jesus não estava na casa de alguém que não tivesse interesse em ouvir aquilo que Jesus estava anunciando. Jesus não estava em um “passa tempo”, “curtindo” um jantar na casa de amigos e disposto a ser conivente com o pecado, para “conviver e caminhar junto deles”. Muito pelo contrário.

O interesse de Jesus era um: anunciar as boas notícias do evangelho aos desesperados, oprimidos, cativos, pecadores e doentes. Ele veio para os doentes e não para sãos. Seu “público alvo” era simplesmente gente sem esperança, pessoas que precisavam ser salvas, vidas que precisavam de uma saída, de um escape. Não há espaço no Reino de Deus para soberbos, arrogantes, gente autossuficiente e que não precisa de Deus. Conforme a Palavra diz em Tiago 4:6: “Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes”. Por isso Jesus conversava com pecadores e por isso a multidão tinha acesso a Ele, porque Ele tinha compaixão do povo. De maneira nenhuma Jesus se contaminou com o pecado, foi conivente com o pecado, participou do pecado. Nunca!

André Anéas

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2/8 – “Entrega” [Por que se entregar a Deus?]

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