Cuidado: Espírito Santo!

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A graça e a paz do Senhor!

Compartilho uma mensagem sobre o Espírito Santo. Mais especificamente sobre os riscos que o crente corre ao ser cheio do Espírito Santo. Pregada na Igreja Batista em Sumarezinho em 08/02/2015.

Que você se convença pela Palavra de Deus que estes risco são reais! Se você se acostumou com uma vida cristã monótona, rotineira e sem risco algum, somente com a certeza da “passagem” para o céu, que você seja desafiado e encorajado a deixar-se encher pelo Espírito Santo e viver sempre na iminência dos riscos que esta vida cheia possui.

Deus abençoe sua vida!

André Anéas

Cuidado! Espírito Santo!

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Primeiro Passo para um Avivamento

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É muito evidente que qualquer igreja deseja passar por um avivamento. “Avivamento” que, independentemente da definição, signifique despertamento do povo e dos líderes para santidade, estudo da Palavra, envolvimento na obra de Deus com afinco e dedicação, disposição, sede de Deus, sede por viver de maneira pessoal com Cristo e sede por ser, de fato, cheio do Espírito Santo.

Me surpreende, e muito, que as igreja históricas e tradicionais tenham tido este “despertar” para esta necessidade. Qual necessidade? A necessidade de uma ação sobrenatural de Deus para “avivar” a fé da igreja. Um agir sobrenatural que realmente “faça acontecer” uma experiência cristã real, indiscutível e semelhante a de muitos homens e mulheres de Deus do passado. Se percebe nesta geração que a “ficha caiu”. Ou seja, que não adianta ir na força de estratégias humanas: planejamentos, persuasão, insistência, pedidos e mais pedidos para que se evangelize, ore, eventos e mais eventos e assim por diante. Todos percebem que existe a necessidade de AVIVAMENTO!

Achei muito interessantes estes dias ouvir um pregador de uma igreja tradicional dizendo algo do tipo: “precisamos de avivamento, seja lá o que signifique isto!”. O que mais me chamou a atenção deste pastor foi não restringir o que significa “avivamento”. Ele poderia ter colocado restrições em relação aos dons do Espírito Santo, manifestações em cultos públicos, tentado dar uma “podada”, e assim por diante. Mas, naquele contexto de igreja tradicional-histórica, ficou claro, pelo menos para mim, que ele estava apelando. Apelando para conscientizar o povo desta real necessidade: ser vivo (avivado), o contrário de “morto” (apático). Mesmo não sabendo direito o que esperar deste “avivamento” ou como ele se dará, fato é que ele – este pastor – o desejava muito! Deseja “ser cheio do Espírito Santo, não em gotas, mas receber uma overdose” (nas palavras do pastor).

Pensando em tudo isto, olhei para história da igreja e me lembrei de muitos que buscaram este avivamento, muitos que, inclusive, o receberam. Estes que, em contextos tradicionais-históricos, tentaram conscientizar o povo e a liderança e que, talvez pela novidade, traçaram seus passos usando de formas questionáveis neste processo de conscientizar. Porém, mesmo com falhas, indiscutivelmente foram genuínos em suas intenções. Estes que se foram, por serem “convidados a se retirarem” ou expulsos mesmo. Acusados de divisão, acusados de causar problemas para a instituição e sua liderança institucionalizada (os que “gerenciam” o sagrado). Estes que, por outro lado, foram vítimas. Vítimas de gozações, vítimas de artimanhas, vítimas de complôs para desligamento da “instituição-igreja”.

Vítimas para uns e réus para outros. Entretanto, gente que quis ir além, gente que desejou experimentar algo mais real, genuíno e “avivado”. Gente que experimentou e quis repartir. Gente não muito diferente dos discípulos descritos em Atos dos Apóstolos. Gente de Deus.

Voltando para esta igreja que descrevi de início e o pastor em busca por este “despertamento”, “avivamento”, me pergunto: qual o primeiro passo para receber este AVIVAMENTO, embora ele não se saiba exatamente o que é e como é? Resposta: penso ser o pedido de perdão a tantos e tantos que o buscaram, por vezes o receberam e foram, na melhor das hipóteses, “convidados a se retirarem”.

Se o Espírito Santo é um, penso que Ele – o Espírito Santo – habita nestes “réus”. Se o Espírito Santo habita nestes e o avivamento é genuíno, o Espírito Santo se entristeceu com os “gerenciadores do sagrado” do passado (e ainda com os do presente). Logo, aqueles que outrora entristeceram o Espírito Santo, mas que hoje desejam avivamento, devem clamar por perdão a Deus e para estes servos e servas de Deus que foram seus alvos. Afinal de contas, como esperar um avivamento que só pode vir do Espírito Santo, sendo que no passado o entristeceram (mesmo não sabendo – desde épocas remotas – do que se tratava)?

Este primeiro passo, que reflete muita humildade e respeito, é um grande passo para o avivamento!

Quem é este? (49-50) [Por que se entregar a Deus?]

A história termina com a pergunta dos convidados: “quem é este que até perdoa pecados?”. Talvez, a surpresa deles seja pela possibilidade de se ter pecados perdoados sem ter que entrar no sistema religioso judaico da época. Além disso, Jesus afirma no versículo 50 que a fé da mulher a salvou e que ela poderia ir em paz.

Jesus

Por que se entregar?

“Quem é este?” que perdoa, que ao se ter fé Nele existe salvação e que nos leva a um caminho de paz? No relato de Lucas as pessoas ainda não possuíam o entendimento completo de quem Jesus era. Mas hoje nós sabemos plenamente quem Ele é. Acredito que saber quem Jesus é justifica, esclarece e responde a pergunta “por que se entregar a Deus?”. Ele é Filho único de Deus, que amou o mundo de TAL maneira que o deu, entregou, para que TODOS que crerem no Filho não pereçam, mas tenham vida eterna.

Quão profunda é esta verdade. É uma verdade que causa muita alegria a nós. Afinal de contas, temos salvação Nele! Mas também deve nos causar um certo constrangimento. Já parou para pensar que cada vez que oramos em nome de Jesus, oramos no nome daquEle que fora esmagado, humilhado, torturado por nós? A realidade deste fato deve nos causar temor e tremor diante Dele e de Sua majestade. “Por que se entregar a Deus?”. Porque Ele nos ama de uma maneira inexplicável, ao ponto de parecer que Ele nos amou mais que Seu próprio Filho, Jesus.

Qual o significado de se entregar?

A mulher viu em Jesus algo que provocou seu amor por Ele. Nós vimos na cruz do calvário algo que provocou nosso amor por Ele. Se ela se entregou a Ele daquela maneira, mesmo ainda Ele não se entregando por Ela na cruz, quanto mais nós devemos nos entregar àquele que se entregou por nós na cruz!

Esta entrega significa uma doação completa de quem nós somos. John Stott diz em seu livro “Discípulo Radical”, ao comentar Efésios 5:2, da necessidade de “amar com o amor do calvário”. Qual a espécie do seu amor por Deus? Sua vida está entregue a Ele? Ou não?

Quais as implicações da entrega?

Por fim, gostaria de comentar acerca do que Tito 2:14 diz: “Ele se entregou por nós a fim de nos remir de toda a maldade e purificar para si mesmo um povo particularmente seu, dedicado à prática de boas obras”. Jesus se entregou por nós para sermos dedicados as boas obras. Ora, se devemos nos entregar a Deus pelo exemplo de Cristo (Ele se entregou) e de forma completa (com amor do calvário), devemos nos entregar para servir ao próximo (como Cristo fez por amor à humanidade).

Discutindo sobre como fazer com que a Igreja entenda a obrigatoriedade de se entregar ao serviço ao próximo, conclui que é necessária conversão. É na conversão que o Espírito Santo habita em nós. E, se o Espírito Santo, que é o Espírito de Cristo, aquEle que se entregou por nós, habita em nós, somente assim seremos levados a nos entregar ao Pai e ao próximo. Ou seja, não bastam palavras humanas cheias de argumentos teológicos, pois estas palavras podem até ter um efeito e nos levar a uma ação, mas de todo coração, alma, entendimento? Uma entrega total nas mãos de Deus? Não. Um amor genuíno só pode vir através Dele, Cristo Jesus, que nos amou primeiro (1 Jo 4:19).

Se entregar ao próximo é, em última instância, se entregar ao próprio Deus. Por isso, devemos ter uma entrega total e um amor genuíno, que é fruto da vida de Deus em nós (Espírito Santo).

André Anéas

[acompanhe esta série de posts sobre Por que se entregar a Deus?]

1/8 – Introdução [Por que se entregar a Deus?]

2/8 – “Entrega” [Por que se entregar a Deus?]

3/8 – Um convite inesperado? (36) [Por que se entregar a Deus?]

4/8 – À procura de Jesus (37-38) [Por que se entregar a Deus?]

5/8 – Pé Atrás (39) [Por que se entregar a Deus?]

6/8 – Uma Grande Lição de Graça  (40-48) [Por que se entregar a Deus?]

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Por que se entregar a Deus?

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Conclusão [Cristãos Imprevisíveis]

conclusãoSabe quando cumpriremos os propósitos de Deus? Quando em primeiro lugar, antes de pregar o evangelho aos desesperados, aos necessitados, nos tornarmos desesperados e necessitados de Deus! Precisamos desesperadamente conhecer o coração do Pai. Antes de orar e pedir, antes de fazer, antes de tudo, precisamos ser totalmente entregues a Ele! Totalmente apaixonados, desesperados por Sua presença e necessitados do amor Dele! Se não existe isso, como seremos usados de forma imprevisível? Como seremos cristãos imprevisíveis? Que levam em si a chama do Espírito Santo?

Se você se vê distante dos propósitos da igreja, existe uma solução. Arrependimento! Deus está aqui e Ele deseja te levar para um caminho em que Ele é seu pastor, o bom pastor! Um caminho em que entendemos que Ele é o Cordeiro de Deus, em que derramar um vaso de alabastro sobre os pés de Jesus é mais importante do que tudo e todos! Um caminho de cuidado e de amor… E no meio deste caminho, de maneiras imprevisíveis temos o privilégio, graças a misericórdia Dele, de sermos usados nesta terra! Seja levando uma palavra para alguém desconhecido, seja ajudando alguém financeiramente, seja investindo tempo com os perdidos, os sem-esperanças, os presos, os marginalizados, seja orando para os enfermos serem curados, expulsando demônios. Vivendo e demonstrando os frutos do Espírito, o poder do Senhor nesta terra!

Seja cheio do Espírito Santo! Esta é a vontade do Pai para Igreja. Uma Igreja cheia Dele, do Espírito de Deus. Pessoas plenamente cheias do Senhor, vivendo na totalidade a vida de Cristo e correndo, correndo, correndo a corrida que nos é proposta, rumo ao alvo, Jesus Cristo!

Como você quer ser conhecido diante de Deus? Quer ser alguém previsível ou alguém imprevisível, movido pelo Espírito Santo de Deus?

André Anéas

[acompanhe esta série de posts sobre Cristãos Imprevisíveis]

1/9 – Introdução: nós e o propósito da Igreja [Cristãos Imprevisíveis]

2/9 – Contexto e história de Elias no monte Carmelo [Cristãos Imprevisíveis]

3/9 – Elias: profeta imprevisível [Cristãos Imprevisíveis]

4/9 – Teoria versus Prática [Cristãos Imprevisíveis]

5/9 – Igreja é para os de fora! [Cristãos Imprevisíveis]

6/9 – E  dentro da igreja? [Cristãos Imprevisíveis]

7/9 – Espírito Santo [Cristãos Imprevisíveis]

8/9 – Resistência [Cristãos Imprevisíveis]

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Resistência [Cristãos Imprevisíveis]

resistênciaSemelhantemente ao que acontece com Elias, podemos ser levados pelo Espírito a denunciar o quanto a igreja não tem cumprido seu propósito. Denunciar o quanto o pecado está sendo tolerado. O quanto a igreja está distante da intimidade e profundidade com o Senhor que deveria estar. E, infelizmente, muitas vezes nos depararemos com Acabes e Jezabeis, que desejam nos silenciar.

Quando buscamos fazer a vontade do Senhor de maneira plena, sendo guiados pelo Espírito Santo, é comum percebermos ao nosso redor inveja, pessoas frustradas com suas própria vidas nos criticando. Pessoas que nunca se posicionam, mas para apontar o dedo e dizer um monte de bobagem sobre um monte de coisas desconhecidas para elas são as primeiras a se posicionarem firmemente.

Não sei para onde o Senhor vai te levar nestes momentos. Se para uma caverna, se para uma fornalha. Mas, não desista! Não pare a corrida que nos é proposta (Hebreus 12:1)! Persevere até o fim, ame as pessoas que criticam, ore por elas para que tenham experiências com Deus e passem a esperar com expectativa aquilo que Ele faz nos nossos dias!

“A unção nos confere grande ousadia, deixando-nos cheios de coragem. É a unção que faz a diferença entre uma fé acadêmica e uma fé ardente. Quero alertá-lo de que essa fé ardente sempre irrita a outra.” (Evangelismo por Fogo – Reinhard Bonnke)

Andre Anéas

[acompanhe esta série de posts sobre Cristãos Imprevisíveis]

1/9 – Introdução: nós e o propósito da Igreja [Cristãos Imprevisíveis]

2/9 – Contexto e história de Elias no monte Carmelo [Cristãos Imprevisíveis]

3/9 – Elias: profeta imprevisível [Cristãos Imprevisíveis]

4/9 – Teoria versus Prática [Cristãos Imprevisíveis]

5/9 – Igreja é para os de fora! [Cristãos Imprevisíveis]

6/9 – E  dentro da igreja? [Cristãos Imprevisíveis]

7/9 – Espírito Santo [Cristãos Imprevisíveis]

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Espírito Santo [Cristãos Imprevisíveis]

Espírito SantoPara sermos igreja e cumprirmos nosso propósito como igreja, precisamos, cada um de nós, ACREDITAR. Nossa fé nas Escrituras, na revelação Bíblica, nosso compromisso no caminhar cristão deve ser constante. “Sem fé é impossível agradar a Deus”. Se não existe fé, certeza e convicção de que Deus é de fato Deus, deixaremos de cumprir nosso propósito.

Pedro antes da descida do Espírito Santo negou três vezes a Cristo, mas após a vinda do Espírito em Pentecostes, ele era outro Pedro. Mais ousado, mais submisso a vontade de Deus e mais imprevisível. É necessário termos fé para cumprirmos nosso propósito como igreja, tanto lá fora como aqui dentro. Sermos igreja todos os dias e em todos os momentos. E, conforme Joel profetizou (Joel 2:28), que o Espírito de Deus seria derramado sobre toda carne, cumprindo-se em Pentecostes, hoje em dia precisamos receber deste Espírito em nossa carne. O Espírito Santo não foi somente para Pedro e os demais relatados em Pentecostes, Jesus desejou derramá-lo em outras vidas, conforme a Palavra ia sendo pregada. E esta mesma promessa é para nós!

Ser crente é ser levado para onde o Espírito Santo deseja. Assim foi com Jesus, Pedro, Paulo, Tiago, Timóteo e tantos outros. Não podemos nos conformar em levar vidas que não revelem Jesus em nós, que não se permitam ser SAL e LUZ. É imprevisível que em um mundo de trevas, mentiras, falsidades, engano e escuridão, exista um povo, o povo de Deus, a igreja do Senhor, que traz a bandeira do reino Dele, reino de justiça, paz e alegria no Espírito Santo (Romanos 14:17). Um povo disposto a se expor as mais diversas situações para engrandecer ao Deus de nossas vidas! Um povo disposto a se colocar diante do Pai e ser levado pelo Espírito cumprindo o propósito da igreja aqui nesta terra, levando salvação aos perdidos, quebrando as correntes dos aprisionados e dando esperança aos desesperados!

Acredito que vamos nos sentir debaixo da vontade de Deus, desfrutando da paz Dele, somente quando cumprirmos Seu propósito. Ao sermos levados pelo Seu Espírito Santo, estaremos repletos da graça, do amor e da profundidade que Ele tem para nós!

André Anéas

[acompanhe esta série de posts sobre Cristãos Imprevisíveis]

1/9 – Introdução: nós e o propósito da Igreja [Cristãos Imprevisíveis]

2/9 – Contexto e história de Elias no monte Carmelo [Cristãos Imprevisíveis]

3/9 – Elias: profeta imprevisível [Cristãos Imprevisíveis]

4/9 – Teoria versus Prática [Cristãos Imprevisíveis]

5/9 – Igreja é para os de fora! [Cristãos Imprevisíveis]

6/9 – E dentro da igreja? [Cristãos Imprevisíveis]

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