Princípios para o Serviço Cristão

serviçoA graça e a paz do Senhor Jesus!

Compartilho uma mensagem pregada em 15/11/2015, na Igreja Batista Mundo Novo, sobre “Princípios para o Serviço Cristão”. Minha oração, desde já, é para que Deus fale profundamente ao seu coração!

Dentro do contexto da igreja brasileira não existe uma igreja que diz que não esteja servindo a Deus. Todas, e eu desconheço qualquer exceção, dizem estar realizando a obra do Senhor. Porém, existem alguns indícios que nos fazem questionar se as obras destas igrejas são bem vistas aos olhos do dono da Igreja: Jesus Cristo.

Ora, desejamos servir a Deus como nós queremos ou como Ele quer? Esta resposta é determinante para sabermos se Ele se agradará de nós ou não. Tomando como exemplo a igreja reprovada de Laodicéia (Ap 3:14-22), vamos compreender o que é esperado de verdadeiros servos e servas do Senhor.

Deus abençoe sua vida!

André Anéas

Princípios para o Serviço Cristão

A Inconstância da Igreja

montanha-russa

A graça e a paz do Senhor!

Com muita alegria no coração, compartilho uma pregação intitulada “A Inconstância da Igreja”, pregada na amada igreja Batista em Sumarezinho, em 31/05/2015.

É óbvio que somos todos inconstantes. Somos humanos. Somos quase uma montanha-russa, ora em cima, ora embaixo. Porém, a pergunta que precisamos fazer é o que Deus pensa da inconstância da Igreja? E é aqui que precisamos nos atentar…

Uma mensagem baseada na carta para igreja de Éfeso, ditada do céu pelo próprio Senhor Jesus ao seu servo João (Apocalipse 2:1-7). Creio que o Senhor falará ao seu coração e te desafiará com aquilo que Ele pensa sobre nossa inconstância.

Deus abençoe e que Ele te encha do Espírito de Cristo!

A Inconstância da Igreja

Introdução – “Feedback” [Recebendo um “Feedback” de Deus]

feedbackFilhinhos, eu lhes escrevo porque os seus pecados foram perdoados, graças ao nome de Jesus. Pais, eu lhes escrevo porque vocês conhecem aquele que é desde o princípio. Jovens, eu lhes escrevo porque venceram o Maligno. Filhinhos, eu lhes escrevi porque vocês conhecem o Pai. Pais, eu lhes escrevi porque vocês conhecem aquele que é desde o princípio. Jovens, eu lhes escrevi, porque vocês são fortes, e em vocês a Palavra de Deus permanece e vocês venceram o Maligno. – 1 João 2:12-14

Quem não gosta de ser elogiado? Quem não gosta de ter seu trabalho reconhecido? A quem um elogio não motiva a continuar no caminho certo? Um elogio nos motiva a continuar na mesma direção, avançando. Por outro lado, uma repreensão verdadeira e genuína, recebida por quem é humilde para reconhecer falhas, nos provoca a mudar de direção, sair do caminho que nos leva para o local errado e voltarmos ao caminho que nos leva para o “alvo”.

O apóstolo João procura neste trecho incentivar a Igreja. Justificando o motivo de lhes escrever (“eu lhes escrevo porque…”), ele procura incentivar o povo a continuar no caminho correto, no caminho que leva a vida. Ele reconhece que mesmo em meio as investidas dos falsos mestres com seus falsos ensinos, a Igreja tem se mantido fiel a Palavra do Senhor, ao Evangelho de Cristo. Claro que aqueles que lerem as palavras de João e não estiverem sendo fiéis, certamente encararam estes “elogios” de outra maneira. Com inveja ou com temor, quem sabe motivando-os a se voltarem ao caminho correto.

Certo é que o verdadeiro cristão gostaria de ser elogiado por sua conduta. Ter um feedback de como está o caminhar cristão seria algo excepcional, pois poderíamos tomar atitudes para corrigir falhas e nos motivar a continuar nos acertos.

Imagine receber as Palavras do apóstolo João da boca de seu pastor no final de seu ministério, condição em que provavelmente se encontrava João. Imagine receber estes elogios do próprio apóstolo João, o qual aprendeu pessoalmente com o Senhor. Quão tremendo seria!

Mas o que precisa nos inquietar é a realidade que este feedback nos será dado pelo próprio Senhor um dia. E a realidade de que prestaremos contas e de que não haverá mais tempo de corrigir nada deve nos manter alertas como crentes, vigilantes. Daí a importância de compreender aquilo que João disse à Igreja e avaliar nossas vidas diante de Deus para vermos se estamos em condição de obreiros aprovados ou não.

André Anéas

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1/8 – Introdução – Igualdade no Corpo [Recebendo um “Feedback” de Deus]

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Introdução – Igualdade no Corpo [Recebendo um “Feedback” de Deus]

Igualdade

Filhinhos, eu lhes escrevo porque os seus pecados foram perdoados, graças ao nome de Jesus. Pais, eu lhes escrevo porque vocês conhecem aquele que é desde o princípio. Jovens, eu lhes escrevo porque venceram o Maligno. Filhinhos, eu lhes escrevi porque vocês conhecem o Pai. Pais, eu lhes escrevi porque vocês conhecem aquele que é desde o princípio. Jovens, eu lhes escrevi, porque vocês são fortes, e em vocês a Palavra de Deus permanece e vocês venceram o Maligno. – 1 João 2:12-14

Introdução:

Para compreender melhor aquilo que o apóstolo João expressa no texto de sua primeira epístola, precisamos compreender dois conceitos importantes: igualdade no Corpo de Cristo e o que é um Feedback. Neste primeiro post introduzirei a Igualdade no Corpo.

Igualdade no Corpo

A Igreja do Senhor é formada por pessoas diferentes. Ela é heterogênea. Temos no nosso meio crianças, jovens, adultos, homens, mulheres, os “mais experientes”, aposentados, estudantes, trabalhadores, etc. Gente de toda tribo, língua e nação. Mas, mesmo em toda diversidade do Reino, existe algo que nos une, que nos faz iguais, que nos faz semelhantes, que nos faz irmãos. O Senhor Jesus é o que nos faz ser Corpo.

Estamos unidos por Ele. Se não fosse Cristo Jesus, de maneira alguma nos reuniríamos, nos amaríamos. Cristo quebra as barreiras entre nós e constrói pontes que nos unem, nos aproximam. Deus, em Cristo, nos transporta de um império de trevas, egoísmo, rancor, para o Reino do Filho do Seu amor (Colossenses 1:13)!

No Reino de Deus não há espaço para discussões envoltas a vaidades humanas, semelhantes a dos discípulos de Jesus, que discutiam quem seria o maior (Marcos 9:30-35). Fazemos parte de um povo que sabe que todos servem a todos. O maior é o menor. O primeiro é o último. O chefe é o escravo. Por isso, na Igreja do Senhor existem sérias advertência àqueles que ensinam a Palavra, pois serão julgados com maior rigor (Tiago 3:1). Não tem espaço para quem busca status ou fama.

Além disso, não existe na Igreja de Deus um conhecimento oculto, em que os que conhecem esta verdade (sabedoria, conhecimento) se aproxima mais de Deus. Não! Na Igreja a verdade é o Filho, e devemos conhecê-lo e prosseguir em conhecê-lo (Oséias 6:3).

Na Igreja “tamanho não é documento”. Não digo em estatura, mas em idade, experiência de vida, classe social, etc. Todos tem importância. O apóstolo João demonstra esta realidade em sua primeira carta, buscando sempre se referir a todos no Corpo e de forma amável.

Cristo nos une e somos todos iguais Nele. Esta é uma verdade. Porém, em meio a tanta heresia no meio da Igreja, o apóstolo do amor busca esclarecer o que é verdadeiramente ser crente em Cristo. 1a João nos é útil, pois em meio as afirmações do apóstolo, somos confrontados com nossa vida. As verdades colocadas por João, nos servem de “testes”, que nos farão ver se verdadeiramente somos filhos da luz.

Sendo íntimo de seus destinatários, o que fica claro pela maneira de referenciá-los, ele destila elogios, dá um feedback. Aquilo que o apóstolo vê na igreja de positivo não é poupado em suas palavras. E são sobre estes elogios – feedbacks positivos – que gostaria de falar. Elogios ou verdades constatadas por João sobre a Igreja que, embora tenham destino a classes de pessoas dentro da comunidade do 1o Século, certamente podem ter como receptores qualquer pessoa no Corpo e em qualquer época, pois conforme vimos, todos somo um Nele.

André Anéas

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Primeiro Passo para um Avivamento

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É muito evidente que qualquer igreja deseja passar por um avivamento. “Avivamento” que, independentemente da definição, signifique despertamento do povo e dos líderes para santidade, estudo da Palavra, envolvimento na obra de Deus com afinco e dedicação, disposição, sede de Deus, sede por viver de maneira pessoal com Cristo e sede por ser, de fato, cheio do Espírito Santo.

Me surpreende, e muito, que as igreja históricas e tradicionais tenham tido este “despertar” para esta necessidade. Qual necessidade? A necessidade de uma ação sobrenatural de Deus para “avivar” a fé da igreja. Um agir sobrenatural que realmente “faça acontecer” uma experiência cristã real, indiscutível e semelhante a de muitos homens e mulheres de Deus do passado. Se percebe nesta geração que a “ficha caiu”. Ou seja, que não adianta ir na força de estratégias humanas: planejamentos, persuasão, insistência, pedidos e mais pedidos para que se evangelize, ore, eventos e mais eventos e assim por diante. Todos percebem que existe a necessidade de AVIVAMENTO!

Achei muito interessantes estes dias ouvir um pregador de uma igreja tradicional dizendo algo do tipo: “precisamos de avivamento, seja lá o que signifique isto!”. O que mais me chamou a atenção deste pastor foi não restringir o que significa “avivamento”. Ele poderia ter colocado restrições em relação aos dons do Espírito Santo, manifestações em cultos públicos, tentado dar uma “podada”, e assim por diante. Mas, naquele contexto de igreja tradicional-histórica, ficou claro, pelo menos para mim, que ele estava apelando. Apelando para conscientizar o povo desta real necessidade: ser vivo (avivado), o contrário de “morto” (apático). Mesmo não sabendo direito o que esperar deste “avivamento” ou como ele se dará, fato é que ele – este pastor – o desejava muito! Deseja “ser cheio do Espírito Santo, não em gotas, mas receber uma overdose” (nas palavras do pastor).

Pensando em tudo isto, olhei para história da igreja e me lembrei de muitos que buscaram este avivamento, muitos que, inclusive, o receberam. Estes que, em contextos tradicionais-históricos, tentaram conscientizar o povo e a liderança e que, talvez pela novidade, traçaram seus passos usando de formas questionáveis neste processo de conscientizar. Porém, mesmo com falhas, indiscutivelmente foram genuínos em suas intenções. Estes que se foram, por serem “convidados a se retirarem” ou expulsos mesmo. Acusados de divisão, acusados de causar problemas para a instituição e sua liderança institucionalizada (os que “gerenciam” o sagrado). Estes que, por outro lado, foram vítimas. Vítimas de gozações, vítimas de artimanhas, vítimas de complôs para desligamento da “instituição-igreja”.

Vítimas para uns e réus para outros. Entretanto, gente que quis ir além, gente que desejou experimentar algo mais real, genuíno e “avivado”. Gente que experimentou e quis repartir. Gente não muito diferente dos discípulos descritos em Atos dos Apóstolos. Gente de Deus.

Voltando para esta igreja que descrevi de início e o pastor em busca por este “despertamento”, “avivamento”, me pergunto: qual o primeiro passo para receber este AVIVAMENTO, embora ele não se saiba exatamente o que é e como é? Resposta: penso ser o pedido de perdão a tantos e tantos que o buscaram, por vezes o receberam e foram, na melhor das hipóteses, “convidados a se retirarem”.

Se o Espírito Santo é um, penso que Ele – o Espírito Santo – habita nestes “réus”. Se o Espírito Santo habita nestes e o avivamento é genuíno, o Espírito Santo se entristeceu com os “gerenciadores do sagrado” do passado (e ainda com os do presente). Logo, aqueles que outrora entristeceram o Espírito Santo, mas que hoje desejam avivamento, devem clamar por perdão a Deus e para estes servos e servas de Deus que foram seus alvos. Afinal de contas, como esperar um avivamento que só pode vir do Espírito Santo, sendo que no passado o entristeceram (mesmo não sabendo – desde épocas remotas – do que se tratava)?

Este primeiro passo, que reflete muita humildade e respeito, é um grande passo para o avivamento!

E dentro da Igreja? [Cristãos Imprevisíveis]

Igreja é para os de fora, para sermos SAL e LUZ para eles. Mas e quando nos reunimos? Hebreus nos diz para não sermos como aqueles que não se reúnem como igreja (Hebreus 10:25). Mas e nestas reuniões? O que devemos esperar delas? Como elas devem ser?

Coerência. Temos em primeiro lugar de ser como somos lá fora. De que adiantaria ser igreja dentro de um prédio (levando em consideração que igreja somos nós), se lá fora sou totalmente diferente? Seria incoerente com você, comigo. Se conosco já fica complicado, quanto mais com o mundo a nos observar. Se somos igreja, pessoas levadas pelo Espírito Santo lá fora, quanto mais aqui!

de dentroAgora, também não podemos ser daqueles que na igreja, nos eventos, somos animados, dando a ideia de pessoas apaixonadas por Jesus, mas lá fora não somos nada disso. Se lá fora somos levados pela nossa carne, cuidado. 1 Coríntios 5:11 nos alerta sobre esta situação “não se associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, beberrão… Com eles nem comais”. Este ensinamento paulino tem muito a ver com o ditado popular: “uma laranja podre apodrece as demais”. A igreja, nós, temos de ser zelosos um para com os outros. Nos cuidar mutuamente para que sempre sejamos vigilantes sobre nossas vidas, nossa conduta. E, além disso, sabemos que Ele vem como ladrão, por isso precisamos sempre estar atentos!

Quando a igreja se reúne devemos ter expectativa de adorá-lo JUNTOS! Expectativa de ouvir Sua voz! Acredito que quando a igreja do Senhor está reunida algo acontece de maneira excepcional! É como se soldados que pelejavam voltasses para seu quartel general e pudessem ter um tempo de refrigério.

Não sei o que você espera de um culto ao Senhor de domingo. Mas nós deveríamos esperar o imprevisível! Pessoas curadas, o mover de Deus, adoração em Espírito e em Verdade e principalmente, Ele glorificado, exaltado por todos nós! Um local de profunda paz, de amor e alegria no Espírito Santo! O Reino de Deus implantado na terra!

É sobre nós, a igreja, que os portões do inferno não prevalecem!

André Anéas

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1/9 – Introdução: nós e o propósito da Igreja [Cristãos Imprevisíveis]

2/9 – Contexto e história de Elias no monte Carmelo [Cristãos Imprevisíveis]

3/9 – Elias: profeta imprevisível [Cristãos Imprevisíveis]

4/9 – Teoria versus Prática [Cristãos Imprevisíveis]

5/9 – Igreja é para os de fora! [Cristãos Imprevisíveis]

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Igreja é para os de fora! [Cristãos Imprevisíveis]

Muito da falta de ousadia, muito do que nos leva a não sermos nada parecidos com Elias em nossos “montes Carmelos”, nos lugares em que temos que nos posicionar e, mais ainda, influenciar pessoas a se posicionarem, é a falta de fé. Hebreus nos diz que sem fé é impossível agradar a Deus, pois aquele que se dirige a Deus precisa crer que Ele existe (11:6)!

Nossa própria descrença pode gerar em nós vergonha de nos posicionarmos, vergonha de dizermos que somos de Deus e vergonha principalmente de agir como pessoas compradas pelo sangue de Jesus. Falta de fé que nos leva a não termos certeza, ou então, agirmos como pessoas que não creem que o Espírito Santo habita em nós. Talvez, ao perceber que nada do que fazemos é movido pelo Espírito Santo, podemos chegar a conclusão de que fé está em falta em nossa vida. O que pode ter sobrado não passam de convicções teóricas ensinadas, mas não praticadas e vivenciadas. Esta é uma situação, mas existe outra pior.

A igreja dá desculpas para o mundo, pois não somos mais vistos como a igreja do Senhor. Tentamos anunciar Cristo de maneira fria, explicativa e por obrigação. Sem paixão, certeza do que acreditamos e o poder de Deus passa longe dos nossos argumentos lógicos. Aos poucos a igreja tem percebido sua hipocrisia, pois não consegue sustentar duas vidas diferentes. Pessoas que na igreja são de um jeito, mas lá fora são de outro. Estão inclusos nas desculpas comportamentos, falas e gestos impróprios de alguém que se diz nascido de novo. Afinal de contas, muitas vezes se tenta mostrar para os infiéis que não somos tão certinhos assim, como alguém que dá satisfação a alguém por “estar devendo”. Nas desculpas dizemos: “não podemos ser legalistas”, “não podemos julgar”, “não podemos trazer nenhum julgo pesado sobre ninguém”.

diferente

Ai que está o problema, se distorce a Bíblia para justificar a tentativa de justificar nossa falta de verdade sobre a fé que dizemos ter. E no meio de toda esta situação o mundo nos observa, pois “estamos cercados por grande nuvem de testemunhas”. E o mundo se pergunta: “por que na igreja você é de um jeito e lá fora de outro?” ou ainda “por que você é do mesmo jeito que eu?”, “somos tão parecidos…”.

Acredito que a igreja é para os de fora, pois temos de ser diferentes dos de fora! A igreja é para os de fora, pois ela é o sal da terra e luz do mundo (Mateus 5:13-16). E ser sal é fazer diferença, conservar valores e princípios desprezados. Ser luz é ser referencial para quem está perdido. Agora, se nos moldamos aos padrões do mundo para ganhá-los para Cristo, além de estarmos usando nossa própria força, estamos engando e nos falta coerência. E como o mundo observa nossa coerência!

Precisamos entender que não é pela nossa força, mas pelo poder de Deus, pela Palavra, o Verbo Vivo! Na prática temos de viver vidas transformadas por Ele de fato e através de nós (com a graça e o Espírito Santo) Deus fará o inesperado, fará coisas imprevisíveis! Do contrário, não passaremos de pessoas que não convencem ninguém e que nos enganamos tão bem ao ponto de acreditarmos que ser cristão é viver de uma forma previsível.

André Anéas

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1/9 – Introdução: nós e o propósito da Igreja [Cristãos Imprevisíveis]

2/9 – Contexto e história de Elias no monte Carmelo [Cristãos Imprevisíveis]

3/9 – Elias: profeta imprevisível [Cristãos Imprevisíveis]

4/9 – Teoria versus Prática [Cristãos Imprevisíveis]

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