Primeiro Passo para um Avivamento

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É muito evidente que qualquer igreja deseja passar por um avivamento. “Avivamento” que, independentemente da definição, signifique despertamento do povo e dos líderes para santidade, estudo da Palavra, envolvimento na obra de Deus com afinco e dedicação, disposição, sede de Deus, sede por viver de maneira pessoal com Cristo e sede por ser, de fato, cheio do Espírito Santo.

Me surpreende, e muito, que as igreja históricas e tradicionais tenham tido este “despertar” para esta necessidade. Qual necessidade? A necessidade de uma ação sobrenatural de Deus para “avivar” a fé da igreja. Um agir sobrenatural que realmente “faça acontecer” uma experiência cristã real, indiscutível e semelhante a de muitos homens e mulheres de Deus do passado. Se percebe nesta geração que a “ficha caiu”. Ou seja, que não adianta ir na força de estratégias humanas: planejamentos, persuasão, insistência, pedidos e mais pedidos para que se evangelize, ore, eventos e mais eventos e assim por diante. Todos percebem que existe a necessidade de AVIVAMENTO!

Achei muito interessantes estes dias ouvir um pregador de uma igreja tradicional dizendo algo do tipo: “precisamos de avivamento, seja lá o que signifique isto!”. O que mais me chamou a atenção deste pastor foi não restringir o que significa “avivamento”. Ele poderia ter colocado restrições em relação aos dons do Espírito Santo, manifestações em cultos públicos, tentado dar uma “podada”, e assim por diante. Mas, naquele contexto de igreja tradicional-histórica, ficou claro, pelo menos para mim, que ele estava apelando. Apelando para conscientizar o povo desta real necessidade: ser vivo (avivado), o contrário de “morto” (apático). Mesmo não sabendo direito o que esperar deste “avivamento” ou como ele se dará, fato é que ele – este pastor – o desejava muito! Deseja “ser cheio do Espírito Santo, não em gotas, mas receber uma overdose” (nas palavras do pastor).

Pensando em tudo isto, olhei para história da igreja e me lembrei de muitos que buscaram este avivamento, muitos que, inclusive, o receberam. Estes que, em contextos tradicionais-históricos, tentaram conscientizar o povo e a liderança e que, talvez pela novidade, traçaram seus passos usando de formas questionáveis neste processo de conscientizar. Porém, mesmo com falhas, indiscutivelmente foram genuínos em suas intenções. Estes que se foram, por serem “convidados a se retirarem” ou expulsos mesmo. Acusados de divisão, acusados de causar problemas para a instituição e sua liderança institucionalizada (os que “gerenciam” o sagrado). Estes que, por outro lado, foram vítimas. Vítimas de gozações, vítimas de artimanhas, vítimas de complôs para desligamento da “instituição-igreja”.

Vítimas para uns e réus para outros. Entretanto, gente que quis ir além, gente que desejou experimentar algo mais real, genuíno e “avivado”. Gente que experimentou e quis repartir. Gente não muito diferente dos discípulos descritos em Atos dos Apóstolos. Gente de Deus.

Voltando para esta igreja que descrevi de início e o pastor em busca por este “despertamento”, “avivamento”, me pergunto: qual o primeiro passo para receber este AVIVAMENTO, embora ele não se saiba exatamente o que é e como é? Resposta: penso ser o pedido de perdão a tantos e tantos que o buscaram, por vezes o receberam e foram, na melhor das hipóteses, “convidados a se retirarem”.

Se o Espírito Santo é um, penso que Ele – o Espírito Santo – habita nestes “réus”. Se o Espírito Santo habita nestes e o avivamento é genuíno, o Espírito Santo se entristeceu com os “gerenciadores do sagrado” do passado (e ainda com os do presente). Logo, aqueles que outrora entristeceram o Espírito Santo, mas que hoje desejam avivamento, devem clamar por perdão a Deus e para estes servos e servas de Deus que foram seus alvos. Afinal de contas, como esperar um avivamento que só pode vir do Espírito Santo, sendo que no passado o entristeceram (mesmo não sabendo – desde épocas remotas – do que se tratava)?

Este primeiro passo, que reflete muita humildade e respeito, é um grande passo para o avivamento!

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E dentro da Igreja? [Cristãos Imprevisíveis]

Igreja é para os de fora, para sermos SAL e LUZ para eles. Mas e quando nos reunimos? Hebreus nos diz para não sermos como aqueles que não se reúnem como igreja (Hebreus 10:25). Mas e nestas reuniões? O que devemos esperar delas? Como elas devem ser?

Coerência. Temos em primeiro lugar de ser como somos lá fora. De que adiantaria ser igreja dentro de um prédio (levando em consideração que igreja somos nós), se lá fora sou totalmente diferente? Seria incoerente com você, comigo. Se conosco já fica complicado, quanto mais com o mundo a nos observar. Se somos igreja, pessoas levadas pelo Espírito Santo lá fora, quanto mais aqui!

de dentroAgora, também não podemos ser daqueles que na igreja, nos eventos, somos animados, dando a ideia de pessoas apaixonadas por Jesus, mas lá fora não somos nada disso. Se lá fora somos levados pela nossa carne, cuidado. 1 Coríntios 5:11 nos alerta sobre esta situação “não se associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, beberrão… Com eles nem comais”. Este ensinamento paulino tem muito a ver com o ditado popular: “uma laranja podre apodrece as demais”. A igreja, nós, temos de ser zelosos um para com os outros. Nos cuidar mutuamente para que sempre sejamos vigilantes sobre nossas vidas, nossa conduta. E, além disso, sabemos que Ele vem como ladrão, por isso precisamos sempre estar atentos!

Quando a igreja se reúne devemos ter expectativa de adorá-lo JUNTOS! Expectativa de ouvir Sua voz! Acredito que quando a igreja do Senhor está reunida algo acontece de maneira excepcional! É como se soldados que pelejavam voltasses para seu quartel general e pudessem ter um tempo de refrigério.

Não sei o que você espera de um culto ao Senhor de domingo. Mas nós deveríamos esperar o imprevisível! Pessoas curadas, o mover de Deus, adoração em Espírito e em Verdade e principalmente, Ele glorificado, exaltado por todos nós! Um local de profunda paz, de amor e alegria no Espírito Santo! O Reino de Deus implantado na terra!

É sobre nós, a igreja, que os portões do inferno não prevalecem!

André Anéas

[acompanhe esta série de posts sobre Cristãos Imprevisíveis]

1/9 – Introdução: nós e o propósito da Igreja [Cristãos Imprevisíveis]

2/9 – Contexto e história de Elias no monte Carmelo [Cristãos Imprevisíveis]

3/9 – Elias: profeta imprevisível [Cristãos Imprevisíveis]

4/9 – Teoria versus Prática [Cristãos Imprevisíveis]

5/9 – Igreja é para os de fora! [Cristãos Imprevisíveis]

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Cristãos Imprevisíveis

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Igreja é para os de fora! [Cristãos Imprevisíveis]

Muito da falta de ousadia, muito do que nos leva a não sermos nada parecidos com Elias em nossos “montes Carmelos”, nos lugares em que temos que nos posicionar e, mais ainda, influenciar pessoas a se posicionarem, é a falta de fé. Hebreus nos diz que sem fé é impossível agradar a Deus, pois aquele que se dirige a Deus precisa crer que Ele existe (11:6)!

Nossa própria descrença pode gerar em nós vergonha de nos posicionarmos, vergonha de dizermos que somos de Deus e vergonha principalmente de agir como pessoas compradas pelo sangue de Jesus. Falta de fé que nos leva a não termos certeza, ou então, agirmos como pessoas que não creem que o Espírito Santo habita em nós. Talvez, ao perceber que nada do que fazemos é movido pelo Espírito Santo, podemos chegar a conclusão de que fé está em falta em nossa vida. O que pode ter sobrado não passam de convicções teóricas ensinadas, mas não praticadas e vivenciadas. Esta é uma situação, mas existe outra pior.

A igreja dá desculpas para o mundo, pois não somos mais vistos como a igreja do Senhor. Tentamos anunciar Cristo de maneira fria, explicativa e por obrigação. Sem paixão, certeza do que acreditamos e o poder de Deus passa longe dos nossos argumentos lógicos. Aos poucos a igreja tem percebido sua hipocrisia, pois não consegue sustentar duas vidas diferentes. Pessoas que na igreja são de um jeito, mas lá fora são de outro. Estão inclusos nas desculpas comportamentos, falas e gestos impróprios de alguém que se diz nascido de novo. Afinal de contas, muitas vezes se tenta mostrar para os infiéis que não somos tão certinhos assim, como alguém que dá satisfação a alguém por “estar devendo”. Nas desculpas dizemos: “não podemos ser legalistas”, “não podemos julgar”, “não podemos trazer nenhum julgo pesado sobre ninguém”.

diferente

Ai que está o problema, se distorce a Bíblia para justificar a tentativa de justificar nossa falta de verdade sobre a fé que dizemos ter. E no meio de toda esta situação o mundo nos observa, pois “estamos cercados por grande nuvem de testemunhas”. E o mundo se pergunta: “por que na igreja você é de um jeito e lá fora de outro?” ou ainda “por que você é do mesmo jeito que eu?”, “somos tão parecidos…”.

Acredito que a igreja é para os de fora, pois temos de ser diferentes dos de fora! A igreja é para os de fora, pois ela é o sal da terra e luz do mundo (Mateus 5:13-16). E ser sal é fazer diferença, conservar valores e princípios desprezados. Ser luz é ser referencial para quem está perdido. Agora, se nos moldamos aos padrões do mundo para ganhá-los para Cristo, além de estarmos usando nossa própria força, estamos engando e nos falta coerência. E como o mundo observa nossa coerência!

Precisamos entender que não é pela nossa força, mas pelo poder de Deus, pela Palavra, o Verbo Vivo! Na prática temos de viver vidas transformadas por Ele de fato e através de nós (com a graça e o Espírito Santo) Deus fará o inesperado, fará coisas imprevisíveis! Do contrário, não passaremos de pessoas que não convencem ninguém e que nos enganamos tão bem ao ponto de acreditarmos que ser cristão é viver de uma forma previsível.

André Anéas

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1/9 – Introdução: nós e o propósito da Igreja [Cristãos Imprevisíveis]

2/9 – Contexto e história de Elias no monte Carmelo [Cristãos Imprevisíveis]

3/9 – Elias: profeta imprevisível [Cristãos Imprevisíveis]

4/9 – Teoria versus Prática [Cristãos Imprevisíveis]

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“Contextualizando” a Igreja

Quando olhamos para o mundo pós-moderno e o relacionamos à igreja do Senhor não é difícil se chegar a questões de debates como: “como anunciar as verdades do evangelho para esta cultura pós-moderna?”, “o que deve e o que não deve ser alterado no anúncio de que o Reino chegou?”, ou até “é preciso mudar alguma coisa?”. Quem participa da obra com certeza pensou nisso ou pensará. Este assunto tem sido potencializado com a “igreja emergente”, que de uma forma contemporânea (cafés, cervejas, bate-papos, calça jeans e U2) busca obter seguidores em uma “jornada espiritual”.

Ao refletir sobre este assunto cheguei a algumas conclusões e gostaria de compartilhá-las.

1o fato: Em toda e qualquer mensagem pregada, obviamente, deve ter uma contextualização, fruto da necessidade do público ouvinte, que mesmo estando em um país, podem ter realidades muito diferentes. Se não existir esta contextualização, as pessoas terão dificuldades para assimilar e praticar as verdades do Reino no seu dia-a-dia. Creio que aqui não existe nenhum “tabu” a ser quebrado, pois é algo que deve acontecer de maneira natural. Vemos exemplos disso em muitos lugares, desde algum irmão que cantava rap e se converteu, voltando a sua tribo para anunciar o evangelho de maneira característica, a exemplos bíblicos como o do apóstolo Paulo e os diversos profetas do Velho Testamento, sempre muito “antenados” com o que estava acontecendo em seus contextos.

2o fato: Seja onde for e para quem for a igreja do Senhor é do Senhor e de ninguém mais. Isto significa que existem coisas que não mudam. Quando os crentes no Senhor se reúnem o ambiente DEVE ser completamente favorável, aberto e livre para que o Espírito Santo exerça aquilo que Ele deseja. Com total base bíblica é evidente que neste ajuntamento os dons do Espírito devem estar presente. Todos, sem exceção. Além disso, neste ajuntamento de filhos de Deus DEVE existir liberdade para se adorar a Deus. A exemplo do rei Davi, os filhos do Senhor devem adorá-lo da maneira como Ele quer ser adorado: com alegria (muita alegria) como é mostrado nos Salmos. Música e brados de alegria muito são bem vindos.

Batei palmas, todos os povos; aclamai a Deus com voz de triunfo Salmo 47:1

3o fato:  Pecado é pecado em qualquer geração e em qualquer cultura, devendo ser confrontado. Do contrário, como a graça de Deus será entendida? Do contrário, como os filhos do Senhor obedecerão ao seu Pai? Do contrário, como agiremos em acordo com a Palavra de Deus?

Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta Hebreus 12:1

Na igreja em que Deus se manifesta através do seu Espírito, em que Ele é atuante e dá diretrizes aos que são seus, em que é evidente o sobrenatural do Senhor, em que o doente é curado, o preso liberto, a igreja edificada através dos dons, em que os perdidos são transformados em nova criatura e que Ele, somente Ele, é adorado… Aqui está a igreja do Senhor. Pode ser emergentes ou não, tradicional ou não, o nome que se quiser dar, desde que seja espelho da realidade da igreja bíblica.

Na igreja do Senhor Jesus há espaço para contextualização das mensagem aos dias de hoje, tornando-as “relevantes”, se assim podemos dizer. Afinal, como a igreja do Senhor irá guerrear contra o pecado, o mundo e o diabo sem saber como esta geração vive? Entretanto, o problema não tem sido com a contextualização das mensagens em uma sociedade pós-moderna, mas sim a falta de “contextualização” da igreja moderna com a igreja bíblica, movida no poder do Espírito Santo. Aqui precisamos crescer e muito.

André Aneas

Considerações – Eleições 2010

A questão primordial sobre as eleições 2010 não é o partido ‘A’ ou partido ‘B’. Também, o foco principal não a ‘demonização’ do processo eleitoral brasileiro. Muito menos, se refere a questões sobre Daniel Mastral e seu pai satanista. Embora este três pontos sejam relevantes (o Partido dos Trabalhadores, o peso espiritual destas eleições e o que diz respeito ao pai político do Daniel Mastral), o foco é outro!

Existem duas grandes verdades que precisam ser citadas:

1ª – Cristo ama sua igreja. Ele a fez e Ele retornará para buscá-la. O livro de Hebreus nos fala da necessidade da fé para agradarmos a Deus e da nossa esperança de um lar celestial – céu (Hb. 11:16). Como crentes em Cristo temos a esperança da vida eterna na glória com o Senhor Jesus e graças a Deus por isso!

2ª – Final dos tempos. Amados, não é a toa que vemos no livro das Revelações cartas de exortações as igrejas. Não é a toa que o Espírito Santo inspirou João a diversas vezes escrever “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz as igrejas”. Não é à toa a preocupação de Deus com o livro de Apocalipse, preocupação esta que ao final do livro é dito que se alguém acrescentar algo as pragas que estão escritas no livro virão sobre quem acrescentou e se alguém tirar algo do livro, Deus tirará a parte desta pessoa do livro da vida (Ap. 22:18-19). Antes que alguém pense: “Mas você está falando somente do livro do Apocalipse!”, é nítido, ao ler os 4 evangelhos, o quanto Jesus deixou claro que devemos nos atentar ao modo como vivemos, nos preparando para a volta de Cristo. Muitas vezes o Mestre falou acerca do inferno, nos alertando da condenação eterna. Através de parábolas, entendemos que precisamos ter azeite a fim de não deixarmos nossa chama se apagar, como aconteceu com as 5 virgens loucas (que também eram noivas do noivo – ou seja, esta mensagem é para a igreja, pois é a igreja quem espera o noivo).

O Senhor nos diz que seriamos perseguidos neste mundo em que jaz o maligno (Mt. 24:9). Mas esta realidade da vida cristã não é sentida pelos crentes no Brasil, pois vivemos em um país em que há liberdade. Sabemos que esta liberdade não nos isenta das ‘chacotas’, das humilhações e descriminação, muito embora, verdade seja dita, era muito mais difícil ser crente (ou cristão para os que se ofendem atualmente) a décadas atrás no Brasil. Não tenho dúvidas, que no fim dos tempos, Satanás, o príncipe deste mundo, passará a se manifestar de forma mais explícita (mais ainda!), deixando claro a que veio. Se pensarmos que o diabo se assentará no Templo em Jerusalém e pedirá para ser adorado, temos um bom termômetro do grau de atuação do anticristo (2 Ts.2:4). Sem dúvida, a perseguição aos crentes aumentará.

Teologicamente, sabemos que a igreja poderá ser arrebatada antes, no meio ou depois dos 7 anos de tribulação. Acredito particularmente que seremos arrebatados antes (pré-tribulacionismo). Mesmo sendo desta opinião, não posso fechar os olhos para tudo que o Senhor me mostra e alerta nas Escrituras. Não podemos como igreja vivermos despreparados para uma possível perseguição. Ao contrário, a igreja deve se levantar e se preparar para volta do Senhor! Se preparar para se encontrar santa e irrepreensível para o dia da vinda do noivo, que virá como ladrão a noite (1 Ts.5:2).

O foco é a igreja preparada, revestidade de poder e autoridade para anunciar um evangelho que salva, vivifica, renova e transforma! Mas como? Com mensagens que somente massageiam o ego das pessoas? Mensagens que te fazem sentir bem e voltar para casa como se nada tivesse acontecido? Mensagens que não inspiram os pais a quererem que os filhos sirvam ao Senhor da maneira como for? Mensagens que não nos fazem refletir se verdadeiramente somos parte do corpo de Cristo? Mensagens que não nos estimulam em nada a odiar o pecado, a amar radicalmente o Senhor, a vivermos a vida plena em Cristo, a desfrutarmos da graça de Deus, a através dos dons sermos parte do processo de edificação da igreja e a morrer por amor de Cristo?

Graças a Deus que Cristo faz igreja e cuida da igreja. Não a abandona. Mas me assunto ao ver na palavra que “poucos encontram o caminho que leva à vida”. Oro para que a igreja deixe de ser morna e desperte para urgência que o Senhor tem nestes dias.

Onde estão aqueles que vivem nesta terra como se não pertencessem a ela? Onde estão as vozes que clamam por santidade, temor e honra ao Senhor? Onde estão aqueles que acreditam com toda a força que Cristo reina? Onde estão os profetas desta geração? Onde estão aqueles que estão dispostos a pagar um preço e se expor ao ridículo por amor do Senhor?

Deus tenha misericórdia do nosso país! E se necessário for a perseguição para os crentes do Brasil, que assim seja! As feridas no corpo precisam ser curadas e existem feridas em que uma aspirina não é suficiente para sarar, mas é necessário um tratamento de choque. Precisamos de vasos moldados pelo oleiro. Vasos dispostos a se entregar nas mãos de Deus para serem refeitos se necessário.

Que a vontade do Senhor seja feita, pois Ele disciplina aos que Ele ama (Hb.12:6).

“Senhor, venha nos amar e nos fazer VERDADEIROS adoradores, para Tua honra e glória!”

E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão – Mc.16:17-18

 

André Aneas