E Quanto a Nós? [“Independência” é Morte]

Agora e quanto a nós que o recebemos pela graça? E quanto a nós que nos professamos cristãos? E quanto a nós que fazemos parte do corpo de Cristo? Temos vivido uma vida apaixonada, convicta e inspirada pelo nosso grande general? Talvez, a obrigação de ser apaixonado, convicto e inspirador não fosse a realidade de todos os liderados dos grandes líderes que existiram ao longo da história. Entretanto, no cristianismo, ser igual ao nosso Líder é nossa meta, nossa obrigação, é um mandamento conforme está escrito em Levítico 19:2: “…Santos sereis, porque eu, o SENHOR, vosso Deus, sou santo”.

Jesus viveu seus anos aqui na terra imitando ao Pai. O apóstolo Paulo nos diz para sermos seus imitadores, pois ele imitara a Cristo. O cristão deve sempre buscar ser semelhante a Cristo, pois Deus está revelado Nele. Como cristãos, não temos como escapar desta realidade ou tentar amenizá-la. O nível de perfeição não só é elevado, como a perfeição está contida Nele. Por isso, da mesma maneira apaixonada, convicta e inspiradora que Jesus viveu, assim nós, como imitadores Dele, devemos ser.

Teria como ser diferente? A final, se em Jesus temos a plenitude da vida, aquilo que todos buscam (estado de “independência”), mas que a maioria não alcançou, não temos motivos para sermos apaixonados e convictos? Não temos motivos para sermos inspiradores, uma vez que somos apaixonados e convictos? Os ideais de Jesus e sua missão para igreja, ainda estão a pleno “vapor”!

André Aneas

[acompanhe esta série de posts sobre “Independência” é Morte]

1/9 – Introdução [“Independência” é Morte]

2/9 – Jesus: Grande Líder “Da Causa” [“Independência” é Morte]

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“Independência” é Morte

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