Deus Morre por Pecadores!

De fato, no devido tempo, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu pelos ímpios. Dificilmente haverá alguém que morra por um justo, embora pelo homem bom talvez alguém tenha coragem de morrer. Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores. (Romanos 5:6-8 NVI)

morte de Jesus

É importante perceber o destaque que Paulo dá no fato de Deus demonstrar seu amor por pecadores. Gente que precisa de um Salvador! Demonstraria Deus seu amor por quem Ele – Deus – “pré-programou” a amá-lo? Se sim, o destaque de Paulo para a morte de Deus por pecadores se torna sem sentido, pois que diferença há entre o que ama a Deus (justo) e o que AINDA não o ama? Meramente tempo.

A ênfase de Paulo no verso 7, de que é difícil alguém morrer por um justo, embora pelo homem bom talvez alguém tenha coragem de morrer, deixa claro que o amor de Deus não está ligado a nossa justiça e nossa bondade. Daí o motivo da comparação. A graça de Deus é tão graciosa que não possui vínculo com nossa decisão de amar a Deus, seja no tempo presente ou futuro. Ele amou independente de qualquer coisa, pois isso é graça. Qual a graça de amar quem te ama ou quem você tem certeza que vai amar?

Não digo que Deus não tenha certeza. Mas digo que Ele não nos “pré-configurou”, pois é gracioso.

Fato é, Deus te ama e morreu por você independentemente se você irá reconhece-lo como seu Salvador e Senhor ou não.

Entregue-se a Deus.

Não deixe para amanhã.

Busque a Deus enquanto ainda se pode encontrá-lo!

André Anéas

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Conclusão [“Independência” é Morte]

O grande erro da maioria dos que buscam “independência” é a independência de Deus. Só é possível chegar neste estado sendo dependente Dele, pois Nele a verdadeira “independência” é conquistada. E mesmo depois de alcançado este estado, morrendo, permanecemos dependentes. E como é bom ser dependente daquele que nos fez… É apaixonante, convincente e inspirador!

André Anéas

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1/9 – Introdução [“Independência” é Morte]

2/9 – Jesus: Grande Líder “Da Causa” [“Independência” é Morte]

3/9 – E Quanto a Nós? [“Independência” é Morte]

4/9 – Características do Mestre: Paixão [“Independência” é Morte]

5/9 – Características do Mestre: Convicção [“Independência” é Morte]

6/9 – Características do Mestre: Inspiração [“Independência” é Morte]

7/9 – Desafio 1: Morrer [“Independência” é Morte]

8/9 – Desafio 2: Paixão, Convicção e Inspiração [“Independência” é Morte]

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Introdução [“Independência” é Morte]

“Eles foram convencidos pelo discurso de Gamaliel…” – Atos 5:40 [leia Atos 5:17-41]

Estado de “Independência”

Durante toda minha vida, nestes quase 25 anos, pude perceber que existe algo no ser humano que é um “combustível” para ele viver, uma grande motivação. Isto fica muito claro para mim quando observo a história. Em quantas guerras o homem já se envolveu? Quantos já morreram por conta de algum “ideal”? Quantos povos, tribos e nações envolvidas em algum tipo de conflito? Qual seria o porquê de toda história de guerras e conflitos entre os homens? Parte destas minhas percepções está baseada em filmes de guerras (medievais, modernas…), documentários, leituras sobre história. E quando nós olhamos para a história, em meio a todos estes conflitos, é praticamente certeza que encontraremos uma palavra: “independência”. Muitas vezes esta independência é transfigurada na palavra liberdade. Não basta somente irmos até um dicionário para entendermos o que esta palavra significa, pois não seria possível que somente seu significado motivasse homens pela história a bradarem por independência (ou liberdade), a ponto de entregarem suas vidas por um “ideal”. A questão não é e nunca foi a independência em si, mas sim o estado proporcionado por ela.

Deixando de lado a conquista pela conquista e a glória pela glória, almejada por muitos, o homem em geral luta por independência pelo estado de liberdade proporcionado por ela. Não se trata de algo superficial, mas de profundidade imensa! O estado de independência é um combustível significativo na vida do homem. A liberdade de trabalhar e fornecer condições dignas para sua família viver, educando os filhos, amando sua esposa e desfrutando da vida sem o julgo de algo “opressor” é algo que mexe de tal maneira com as emoções humanas que levaram muitos a declararem: “independência ou morte”. O estado de “independência” nos dá a clara ideia de um estado de plena satisfação, de plena realização, de que tudo foi conquistado e o que resta é desfrutar/viver dentro deste estado de perfeita paz. É interessante pensarmos que a morte é a segunda opção. O mais importante para os que bradaram esta frase é que se não for para se alcançar este estado de “independência” melhor seria morrer. Porém, ao viver neste estado, creio eu que, se a escolha do futuro ficasse a cargo do homem, com certeza, a imortalidade seria a principal escolha (a se ver por aqueles que buscam conquista pela conquista e a glória pela glória – já tendo alcançado a tempos a “independência”).

Grandes Líderes

Obviamente, no meio de tantas batalhas por “ideais” diversos, que de uma forma ou de outra, são águas cujas nascentes tem relação direta com “independência” e “liberdade”, quantos são os homens que se pudessem escolher sair do campo de batalha ou não manter vínculo algum com os “ideais” da causa pelejada assim o fariam? Sim, com certeza este número não é pequeno, pois o que nos chega muitas vezes é a parte romântica da história. Entretanto, o que dizer dos grandes líderes? Independente do romanticismo, algo é notório. Muitas vezes o desejo pela liberdade e pela conquista de uma “independência” que leve o povo, tribo ou nação em questão a desfrutar de um estado de paz é tão elevado que praticamente pode ser personificado nestes líderes. Che Guevara, Nelson Mandela e William Wallace são alguns exemplos. Este último, famoso guerreiro escocês (do filme Coração Valente), dizem ser seu este verso: “Liberdade é a melhor de todas as coisas a ser conquistada, a verdade, lhe digo então: nunca viva com os grilhões da escravidão, meu filho”.

Características dos Grandes Líderes

Vocês podem me perguntar: o que isso tudo tem a ver conosco? Não quero fazer apologia a nenhuma ideologia aqui, senão somente ao evangelho do Senhor Jesus. Mas existem algumas características notórias nestes grandes nomes da história, se assim podemos dizer. Primeiro: Todos são completamente apaixonados por aquilo que lutam (emoção). O desejo pelo estado proporcionado pela “independência” em questão inflama suas vidas a ponto de se entregarem pela causa, lutando até a morte se necessário; Segundo: Todos estão convictos de suas “causas” (razão). A convicção é tamanha que investem suas vidas, correndo risco de morte, para alcançar seus objetivos; Terceiro: A paixão e convicção são tão grandes que inspiram seus liderados. O “fogo” que os inflama incendeia todos ao redor, gerando a mesma intensidade nos “compatriotas” de causa. Paixão, convicção e inspiração. Três palavras que tem tudo a ver com os grandes bramadores de “independência ou morte”.

André Aneas

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“Independência” é Morte

Graça e paz do Senhor Jesus!

Com muita alegria compartilho a mensagem pregada em 09/09/2012 no acampamento da Igreja Batista Parque das Nações, de Santo André. Agradeço a Deus e aos queridos Ezequias e Kátia pela oportunidade. Foi um privilégio repartir a Palavra no meio de vocês. Que o Senhor, o Deus da graça, os encha de paixão, convicção e inspiração, para que esta comunidade de fé cumpra seu papel na sociedade. Oro para que, em nome de Jesus, Ele os encha a cada dia do Espírito Santo e lhes proporcione viver anos abençoados e de vitórias contra a carne, o mundo e o diabo.

Em Cristo,

André Aneas

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O Evangelho da Morte, o Verdadeiro.

Jesus reunido com muitos de seus discípulos…

Jo 6:53

Jesus, pois, lhes disse: Na verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos.

Jo 6:60-67

Muitos, pois, dos seus discípulos, ouvindo isto, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir?

Sabendo, pois, Jesus em si mesmo que os seus discípulos murmuravam disto, disse-lhes: Isto escandaliza-vos?

Que seria, pois, se vísseis subir o Filho do homem para onde primeiro estava?

O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos disse são espírito e vida.

Mas há alguns de vós que não crêem. Porque bem sabia Jesus, desde o princípio, quem eram os que não criam, e quem era o que o havia de entregar.

E dizia: Por isso eu vos disse que ninguém pode vir a mim, se por meu Pai não lhe for concedido.

Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele.

Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos?

Vocês conseguem imaginar esta situação? Jesus com muitos discípulos e muitos dando um passo para trás… Restando apenas os doze?

Jesus poderia ficar abatido diante daquela situação…

Se cobrado por não ter pregado da maneira correta, ou de um jeito que mais “tocasse ao coração” de todos.

Tentado ser mais ‘light’.

Ou mais… Podia ter feito algo para chamá-los de volta…

Feito um mega evento evangelístico…

Ou até um evento mais simples.

Chamado uma grande banda de rock gospel, quem sabe?

Usados vários métodos psicológicos ou grandes teorias filosóficas.

Não fez nada disso.

Olhou para os doze restantes e perguntou: “Vocês também não querem ir?”.

Irmãos e irmãs… Olhando para esta cena passo a conhecer melhor nosso Senhor.

Temos muito que aprender com nosso Mestre!

Não vamos nos abater se restarem apenas doze para ouvir a palavra da verdade. Se restarem apenas 7, ou 4 ou apenas 1. O evangelho não pode ser trocado, camuflado, fraudado, maquiado. Da mesma maneira como o Reino de Deus é perfeito, assim também é sua palavra, doa a quem doer. Ela é o que é, revelada na pessoa do Senhor Jesus de Nazaré. Para haver vida é necessária a morte. Para haver vida em nós, Cristo se entregou por nós.

O exemplo da morte do nosso Senhor deve ser seguido. Devemos a cada dia mortificar a nossa carne, para a cada dia se manifestar em nós aquilo que é do Espírito. Morrer para nossa vontade, para o pecado, para qualquer manjar que o mundo nos ofereça, nosso egoísmo, para nós mesmos.

Morrer é algo honroso, pois produz vida. E somente depois disso poderemos ver os verdadeiros frutos, a começar, o de arrependimento genuíno.

“pra que outros possam viver, vale a pena morrer” – Min. Livre Para Adorar

Fiquem na paz e na graça do Senhor!

Que o Espírito Santo nos derrame a unção e o poder para vivermos plenamente nosso chamado e transparecer Cristo em nossas vidas!

André Aneas