Supremacia de Cristo [Desqualificados!]

supremacia de Cristo

Mas o que para mim era lucro passei a considerar como perda, por causa de Cristo. Mais do que isso, considero tudo como perda, comparado com a suprema grandeza do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, por quem perdi todas as coisas. Eu as considero como esterco para poder ganhar Cristo e ser encontrado nele, não tendo a minha própria justiça que procede da Lei, mas a que vem mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus e se baseia na fé. [7-9]

Entretanto, este mesmo Paulo cheio de razões, se coloca no mesmo patamar dos filipenses, que não são judeus, afirmando que eles (Paulo e os filipenses) é que são verdadeira circuncisão, pois não o foram circuncidados em uma ato físico, mas no coração (Romanos 2:29). Eles sim é que adoram a Deus verdadeiramente, em Espírito. Eles, que se gloriam em Jesus Cristo e não confiam na “carne”! Ao contrário daqueles que se gloriam e confiam na “carne”, em sua própria justiça, Paulo e os filipenses confiam e se gloriam em uma Pessoa, Jesus. E é aqui, em Jesus, que Paulo nos ensina como deve ser a vida de um verdadeiro adorador do Deus vivo.

É por causa de Cristo, “por culpa Dele”, que Paulo sofre uma reviravolta em sua vida. Até encontrar o Senhor na estrada para Damasco (Atos 9) Paulo depositava sua confiança na “carne”. Entretanto, após esta revelação da parte do Senhor, Paulo sofre uma grande mudança de curso em sua vida. É a partir desta experiência real com o Senhor, que o apóstolo passa a colocar como prioridade em sua vida o conhecimento de Jesus Cristo.

Sabemos que o autor de Filipenses está preso – uma situação humilhante – , passou necessidades, passou por naufrágios, fora perseguido, açoitado e que sua reputação como judeu fora manchada. Com alguém do gabarito de Paulo, é nítido que a perda foi grande em termos de reputação. Mas, o mais surpreendente é que tudo isto – reputação, fama e status – que qualquer homem teria para si como lucro, vantagem e ganho, ele considera como perda diante da causa de Cristo. Aliás, ele considera tudo como perda diante de Cristo. Aqui, trata-se de uma questão contábil. Para Paulo, a partir do momento da revelação que tem de Jesus Cristo, tudo o que ele possui antes de Cristo é considerado como prejuízo, perda, tempo perdido.

A suprema grandeza do conhecimento de Cristo é lucro, vantagem. Quando comparado com qualquer outra coisa, para Paulo, todo o “resto” era considerado como perda (o contrário de lucro). Mais ainda, ele chega a afirmar que todas estas coisas são como esterco quando comparadas a estar em Cristo. Lixo, inúteis. E estar em Cristo significa não ter sua própria justiça proveniente da Lei, mas a que procede da fé em Cristo, a verdadeira justiça vinda de Deus baseada na fé. Em Filipenses 1:21 ele afirma: o viver é Cristo e o morrer é ganho (lucro). Ele diz isso pois tem tamanha esperança de estar com Cristo de maneira plena que preferiria morrer, pois seria muito melhor (Filipenses 1:23).

Que mudança radical! O que Cristo fez afinal de tão significativo para que o apóstolo Paulo considerasse tudo como esterco? O que seria a suprema grandeza do conhecimento de Cristo? O que faz alguém como Paulo desconsiderar seu passado exemplar como judeu, sua fama e seu status e colocar Cristo acima de tudo?

Quantos de nós somos tão cheios de si, cheios da nossa tradição, cheios da nossa reputação. Muitos valorizam aquilo que conquistaram com o próprio esforço, se inflam de orgulho e lutam a vida inteira para sustentar seus castelos de vaidade e de orgulho. É fácil para o homem encher sua boca para se justificar, para se defender e argumentar em seu favor. É fácil dizer que estamos certos e que esta ou aquela situação é uma injustiça para nós, afinal de contas, somos tão bons, tão honestos e tão honrosos. Quem pensam que são para nos deixar de fora da “festa”?

Esta é a realidade para muitos hoje em dia, talvez para alguns de nós. Encontramos motivos de sobra para nos gloriarmos em nós mesmos, nas obras das nossas mãos, na nossa justiça, na nossa capacidade.

Porém, a realidade é outra. Paulo viu em Cristo algo que o tornou um desqualificado, um alguém que não tinha condição alguma de se gloriar em si, em sua reputação, fama, justiça. O conhecimento de Cristo o fez reinterpretar sua própria vida, a ponto de considerar todo seu direito de confiar na carne esterco, lixo, inutilidade. Imagino que Paulo compreendera de maneira muito mais clara e prática Isaías 64:6…

Somos como o impuro — todos nós! Todos os nossos atos de justiça são como trapo imundo. Murchamos como folhas, e como o vento as nossas iniqüidades nos levam para longe. – Isaías 64:6

O que seria capaz de nos mudar e de nos transformar se não a suprema grandeza do conhecimento de Cristo?

André Anéas

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1/10 – Introdução [Desqualificados!]

2/10 – Contexto [Desqualificados!]

3/10 – Confiança no Espírito ou na carne? [Desqualificados!]

4/10 – Exemplo de Paulo [Desqualificados!]

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Exemplo de Paulo [Desqualificados!]

PauloSe alguém pensa que tem razões para confiar na carne, eu ainda mais: circuncidado no oitavo dia de vida, pertencente ao povo de Israel, à tribo de Benjamim, verdadeiro hebreu; quanto à Lei, fariseu; quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na Lei, irrepreensível. [4b-6]

O apóstolo tinha muitos motivos para confiar em sua “carne”. Circuncidado conforme orienta a Lei, pertencente a tribo de Benjamim (descendente de Saul), verdadeiro hebreu (filho de hebreus), fariseu (estudioso e praticante da Lei), perseguidor da igreja (combatia a ameaça ao judaísmo) e irrepreensível quanto a justiça da Lei (reconhecido por sua conduta)! Que currículo! Acrescentaria ainda que fora ensinado pelos maiores de sua época, como Gamaliel (Atos 22:3). Paulo não era um qualquer que tentou algumas coisas na vida e como tudo deu errado foi “tentar a vida” como pregador do evangelho. Paulo tinha motivos de sobra para se orgulhar e se sentir “de Deus” mais do que qualquer outro naqueles dias. Ele era diferenciado e acima da média.

Por isso, ele afirma que poderia confiar na “carne”. Confiar, se vangloriar, se orgulhar. Tinha razões para isto. Tinha consciência de que ele estava acima de outros no que tange a tradição judaica. Destaco aqui sua irrepreensibilidade quanto a Lei. Paulo era impecável no cumprimento da Lei, ao menos em aspectos exteriores. Ele tinha motivos para confiar em sua própria justiça e com certeza tinha boa reputação como judeu nos círculos religiosos. Quando ele critica estes judaizantes, ele o faz com propriedade de quem já valorizou aquilo que eles valorizam, aspectos exteriores. Também, como perseguidor da igreja, ele era implacável. Lutava e fazia o que era preciso para combater a “seita” recém surgida dos seguidores de Jesus. Mais um motivo para ter sua reputação elevada, pois não se tratava apenas de um discurso, mas de prática!

André Anéas

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2/10 – Contexto [Desqualificados!]

3/10 – Confiança no Espírito ou na carne? [Desqualificados!]

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Confiança no Espírito ou na carne? [Desqualificados!]


carne ou Espírito?Finalmente, meus irmãos, alegrem-se no Senhor! Escrever de novo as mesmas coisas não é cansativo para mim e é uma segurança para vocês. Cuidado com os “cães”, cuidado com esses que praticam o mal, cuidado com a falsa circuncisão! Pois nós é que somos a circuncisão, nós que adoramos pelo Espírito de Deus, que nos gloriamos em Cristo Jesus e não temos confiança alguma na carne, embora eu mesmo tivesse razões para ter tal confiança… [1-4a]

A principal preocupação do apóstolo Paulo é de que os filipenses fossem persuadidos a confiarem na “carne”. Ele tinha recebido notícias de que um grupo de judaizantes seguidores de Jesus queriam influenciar os gentios a seguirem práticas judaicas. Ao tratar deste assunto em outras cartas é comum a referencia à expressão “obras da Lei”. Não que Paulo desprezasse a Lei de Deus, afinal de contas ele chega a afirmar em Romanos que a Lei é boa. O grande problema do apóstolo no que se refere às “obras da Lei” são os elementos de fronteira, que eram evidências claras para comunidade judaica de quem era ou não de Deus. Estes elementos são citados muitas vezes: as regras alimentares, a guarda do sábado e, como tratado aqui neste texto de Filipenses, a circuncisão. Paulo não tinha problema algum que judeus continuassem a seguir estes preceitos, mesmo após se tornarem seguidores de Jesus. Isso não significa que eles criam que eram salvos pelas obras, pois não criam. Mas, existiam aspectos comumente aceitos para identificar um bom judeu do “nem tão bom assim”, semelhantemente ao que a igreja faz hoje para identificar externamente o crente bom do ruim. O grande problema para o apóstolo dos gentios era que estes judaizantes em Filipos queriam influenciar os gentios a seguirem estas práticas, tentando submete-los ao jugo da Lei (tradição), incluindo obstáculo para pura graça salvadora de Deus.

O que temos aqui nada mais é do que a “tradição”, o “costume” e a “religiosidade” servindo de fator decisivo para o destino eterno das pessoas. Existe uma transferência de confiança. Ao invés de se confiar em Deus, pela fé, no perdão de pecados, se confia na “carne”. Ou seja, naquele tipo de elemento externo, claro e de senso comum, que por sua vez depende do próprio adorador e não de Deus.

Paulo “pega pesado” com estes judaizantes. Os chama de “cães”. Um adjetivo muito pejorativo para época. Se percebe uma certa ironia por parte do apóstolo, pois “cães” era o nome dado pelos judeus aos gentios. Paulo usa a mesma expressão para se referenciar aos judeus. E mais do que isso, diz que eles são da “falsa circuncisão”. Literalmente ele está dizendo que a circuncisão deles não passa de uma mutilação feita no próprio corpo, sem valor algum! Imagina para um judeu o que representa estas palavras? Paulo sabia exatamente o que isto representava, afinal de contas, Paulo era judeu. Em Gálatas 5:12 Paulo chega a escrever que por ele este judeus deviam literalmente cortar os órgãos genitais! A circuncisão que não representava uma verdadeira mudança no coração, para Paulo, era algo inútil e não passava de um ritual sem sentido algum. Quando ele declara que “… embora eu mesmo tivesse razões para ter tal confiança” fica claro que Paulo compreendia exatamente do que estava falando.

A preocupação com a segurança da igreja em Filipos se dava em razão destes “cães” a quem Paulo se refere. Paulo tem consciência de que os filipenses estavam vulneráveis a falsos mestre com seus falsos ensinos. Mas não se tratava de um ensino claramente herético, em que facilmente se identificava o erro. Se tratava de seguidores de Cristo, que estavam influenciando o rebanho para um caminho equivocado.

André Anéas

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2/10 – Contexto [Desqualificados!]

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Contexto [Desqualificados!]

Paulo presoA carta aos filipenses é diferenciada. Em primeiro lugar, porque ela tem uma tonalidade informal por parte de Paulo. Muito diferente de 2 Coríntios, na qual o apóstolo procura defender seu apostolado, em Filipenses Paulo se quer se intitula apóstolo, como seria de praxe em suas epístolas.

Em segundo lugar, porque Paulo fala de si com a liberdade e intimidade de quem fala a um amigo próximo. Sabemos que não temos liberdade de nos confidenciar ou compartilhar algo íntimo sobre nossa história, nosso interior ou alguma experiência à alguém que não confiamos, pois corremos o risco de sermos mal compreendidos, de sermos julgados ou de gerar algum mal estar. Paulo em sua epístola aos filipenses tem esta liberdade e é nesta epístola que ele nos revela alguns aspectos biográficos de sua vida.

Em terceiro lugar, percebemos Paulo emotivo. Ao escrever a carta, Paulo se encontra preso (1:13) e utiliza-se de cartas para se comunicar com as igrejas. Trata-se de sua ferramenta de trabalho. Para alguém como Paulo, com tamanha atuação no reino de Deus, é possível imaginar a saudade que ele sentia dos irmãos, a vontade de estar com eles, ceiar com eles e de ensinar pessoalmente sobre Cristo. É clara a importância para o apóstolo em possuir liberdade para escrever de maneira tão pessoal e com tamanha intimidade aos filipenses. Escrever é algo que não lhe cansa, muito pelo contrário, ele se alegra neste trabalho, inclusive escrevendo um conteúdo já escrito em outra oportunidade (3:1). Sua preocupação é notável ao citar a segurança da igreja (3:1) e é também notório seu carinho ao falar de sua saudade da igreja em Filipos (1:8; 4:1).

Algo que permeia toda carta são as exortações à alegria! Embora preso, Paulo não cessa de exortá-los a se alegrarem no Senhor. Não tenho dúvidas de que a própria experiência de Paulo com Cristo é o que lhe dá toda autoridade para falar de alegria em um momento difícil de sua vida. Ele estava feliz. Independente de sua situação ele se alegrava no Senhor e tinha plena convicção de que se alegrar no Senhor era o melhor caminho.

André Anéas

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Introdução [Desqualificados!]

barrados na festa

Existem certas coisas na vida que deixam qualquer um constrangido. Uma delas é, por exemplo, quando vamos a uma festa e ao chegar na porta nos deparamos com alguém com uma lista de convidados. Até ai nada de constrangedor. Porém, a pessoa responsável começa a procurar seu nome e não encontra. Começa a rever a lista e nada. Os minutos vão passando, a fila aumentando, e se descobre da maneira mais infeliz possível que o dono da festa se esqueceu de incluir seu nome na lista. Embaraçoso, constrangedor, humilhante.

Nestas horas, nos sentimos injustiçados. Verdadeiramente humilhados, devido a tamanho constrangimento. A situação de saber que saímos de casa, fomos até o lugar da festa, mas que iremos retornar sem ter conseguido entrar por terem esquecido nosso nome, gera em nós uma sensação de total constrangimento. Talvez, alguém no lugar desta pessoa possa pensar: “A se eu fosse o filho do dono da festa, ou um irmão, ou alguém conhecido e famoso o suficiente para, mesmo se meu nome não estivesse na lista de um evento, entrar sem questionamentos, sem constrangimento, sem o risco de passar pelo vexame público!”.

A verdade é que ninguém gosta de ser desqualificado!. Quem não tem um “currículo” que lhe dê credenciais para certo status perante a sociedade, respeito perante todos, um histórico de vida honrado pelas pessoas e um nome, gostaria de ter tais qualificações. As razões são várias, mas destaco o valor agregado que esta posição lhe daria na vida. Já quem possui estas credenciais, zela por sua posição, se orgulha, tem motivos para se gloriar em si mesmo por quem é, tenha conquistado por seu mérito, tenha adquirido por herança, ou ambos. Porém, seja um qualificado ou um desqualificado, na maioria das vezes as pessoas defendem a si mesmas, buscam se justificar, tem seus argumentos, tem seu orgulho próprio, não aceitam injustiças consigo mesmas, pois “dificilmente” estão de erradas.

Desqualificado!” ninguém quer ser. Porém, quando pensamos em cristianismo, somos colocados em “cheque” diante da nossa justiça própria, do nosso orgulho, da nossa honra, do nosso “eu”. Sejamos “amigos do donos da festa” ou sejamos desqualificados! para sociedade (embora muitas vezes não para nós mesmo), diante da verdade do evangelho ficamos “sem saída” e somos obrigado a olhar para nós mesmos e entender quem realmente somos.

Deus tem muito a nos falar em Filipenses 3:1 – 4:1…

André Anéas

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Desqualificados!

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Desqualificados!

Desqualificados!

desqualificadoGraça e paz!

Compartilho uma pregação realizada em 22/09/2013, na igreja Batista em Sumarezinho. Um dia muito especial, em que tive a oportunidade de pregar na igreja em que congrego. Agradeço a Deus e ao pastor Fábio Bentes pelo privilégio de servir ao Senhor nesta comunidade!

Uma Palavra baseada em Filipenses 3. O que fez o grande Paulo de Tarso considerar tudo como esterco diante da suprema grandeza do conhecimento de Cristo? Esta e outras perguntas serão respondidas…

Deus abençoe sua vida, em nome de Jesus!

André Anéas

Desqualificados!

Deus Morre por Pecadores!

De fato, no devido tempo, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu pelos ímpios. Dificilmente haverá alguém que morra por um justo, embora pelo homem bom talvez alguém tenha coragem de morrer. Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores. (Romanos 5:6-8 NVI)

morte de Jesus

É importante perceber o destaque que Paulo dá no fato de Deus demonstrar seu amor por pecadores. Gente que precisa de um Salvador! Demonstraria Deus seu amor por quem Ele – Deus – “pré-programou” a amá-lo? Se sim, o destaque de Paulo para a morte de Deus por pecadores se torna sem sentido, pois que diferença há entre o que ama a Deus (justo) e o que AINDA não o ama? Meramente tempo.

A ênfase de Paulo no verso 7, de que é difícil alguém morrer por um justo, embora pelo homem bom talvez alguém tenha coragem de morrer, deixa claro que o amor de Deus não está ligado a nossa justiça e nossa bondade. Daí o motivo da comparação. A graça de Deus é tão graciosa que não possui vínculo com nossa decisão de amar a Deus, seja no tempo presente ou futuro. Ele amou independente de qualquer coisa, pois isso é graça. Qual a graça de amar quem te ama ou quem você tem certeza que vai amar?

Não digo que Deus não tenha certeza. Mas digo que Ele não nos “pré-configurou”, pois é gracioso.

Fato é, Deus te ama e morreu por você independentemente se você irá reconhece-lo como seu Salvador e Senhor ou não.

Entregue-se a Deus.

Não deixe para amanhã.

Busque a Deus enquanto ainda se pode encontrá-lo!

André Anéas