O Bastão da Sã Doutrina (IBS)

escudoA graça e a paz do Senhor!

Neste final de semana tive mais uma vez a alegria de compartilhar a Palavra de Deus na Igreja Batista em Sumarezinho. O Senhor colocou em meu coração um texto no qual já havia meditado. A Palavra de Deus é viva e sempre se renova! Glória a Deus!

Será que estamos dispostos a carregar o bastão da verdadeira fé em tempos em que cada um tem a sua verdade? Será que estamos prontos a tempo e fora de tempo para anunciar a verdade sem nos desviarmos da sã doutrina?

Creio que esta palavra nos levará a pensar em nosso futuro como cristãos. Porém, para olharmos para o futuro precisamos tomar decisões hoje. Você está pronto como bom soldado de Cristo para carregar o bastão da fé apostólica e verdadeira? Oro para que o Senhor levante a cada dia mais guerreiros para lutar o bom combate!

Deus abençoe sua vida!

André Anéas

O Bastão da Sã Doutrina (IBS)

Introdução [Por que se entregar a Deus?]

Graça e paz do Senhor Jesus!

Inicio mais uma série de posts. O tema desta vez será “Por que se entregar a Deus?”. Tenho certeza que esta série irá lhe ajudar a compreender a dimensão e profundidade do sacrifício de Jesus na cruz do calvário e o porquê os cristãos devem ter suas vidas entregas a Deus.

Gostaria de ressaltar que toda e qualquer doutrina que é colocada em uma posição mais elevada que outras pode se tornar uma heresia. O estudo que será exposto aqui é parte fundamental da sã doutrina cristã, mas não é a única. Após termos nossas vidas entregues ao Senhor passamos a desfrutar da graça Dele, refletida em justiça, paz e alegria no Espírito Santo. Portanto, mesmo considerando o momento de real entrega ao Senhor das nossas vidas como algo essencial e digno de profunda compreensão, é igualmente essencial o aprofundamento de outros aspectos da doutrina cristã.

Mergulhe na Palavra de Deus! Que você possa ser abençoado e cheio do Espírito Santo através deste estudo. Oro para que sejas confrontado e impactado com esta série e, principalmente, que você coloque em prática, sendo sal e luz do mundo!

André Anéas

Introduçãopor que

É muito comum ouvirmos que é na Igreja que aprendermos o que é certo e o que é errado. “Não pode beber”, “Não pode fazer sexo antes do casamento”, “Não pode falar palavrão”, etc. Acredito que não é errado a Igreja exortar o povo de Deus, seja através da pregação ou entre os próprios irmãos, a tomar uma postura frente a princípios e valores absolutos, levando sempre em consideração a Palavra de Deus e tudo o que pode conduzir o crente a uma vida de pecado. Inclusive, ouso dizer que a Igreja tem, de maneira geral, negligenciado seu papel: ser uma voz profética contra o pecado e em favor da santidade do povo de Deus.

O grande problema não está no fato de dizer claramente o que devemos e não devemos como cristãos. O problema está em não compreender o porquê de tomarmos determinada atitude em nossa caminhada cristã. A justificativa agregada dos benefícios ou malefícios de qualquer orientação que a Igreja fornece é fundamental para os crentes terem uma vida espiritual saudável e consciente. Afinal de contas, algo imposto “guela abaixo” não é agradável para ninguém. Observando a própria Lei, é fácil observar que Deus não faz assim. Em Deuteronômio 15:4-14, vemos um Deus que não somente dá uma lei, mas que fornece justificativas, explicações, porquês da lei. Claro que muitas vezes não teremos respostas. Muitas vezes existirão dúvidas. O apóstolo Paulo não contou todas as revelações que recebeu de Deus aos coríntios por exemplo. Algumas vezes cremos e obedecemos pela fé. E também não creio que o fato de alguém não deter toda justificativa para uma determinada verdade é fator crítico para esta pessoa não seguir os passos de Jesus, pois este menos esclarecido pode ter uma fé muito maior que a minha.

Levando em consideração este princípio, de não somente dizer o que é ou o que não é, mas expor os porquês, penso que um tema propício seria “Por Que se Entregar a Deus?”. Muitas vezes ouvimos que devemos ter nossas vidas entregues a Deus. Seja em pregações, seja em músicas, a palavra “entrega” está comumente presente. Agora, por que devemos nos entregar a Deus? O que significa se entregar a Deus? Quais implicações práticas eu tenho me entregando a Deus? São perguntas importantes de serem feitas e mais ainda de serem respondidas.

André Anéas

[acompanhe esta série de posts sobre Por que se entregar a Deus?]

 

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Por que se entregar a Deus?

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O Bastão da Sã Doutrina – II Tim 4:5

Versículo 5

Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério

Paulo encontrou em Timóteo alguém de confiança para passar o bastão da são doutrina.

Paulo lhe diz:

sóbrio (sóbrio inclusive – conforme sentido da palavra no original – no que se refere a beber bebida alcoólica);

Sofre as aflições;

Fase a obra (pregação do evangelho);

Cumpre o teu chamado (ser sal é o chamado de todos os crentes, independente das funções específicas que o Senhor nos dá dentro da igreja).

Com quem que o Senhor pode contar?

Onde estão aqueles que vão se levantar para fazer a diferença nesta terra e que serão boca profética do Senhor, anunciando sua verdade, independente das consequências?

Quem está disposto a cumprir o chamado de Deus e correr a carreira que nos é proposta?

Você pode até me dizer que esta carta foi escrita para um pastor e não para uma ovelha. Não creio que é assim que funciona. Creio que a liderança é usada para o aperfeiçoar os santos. E o que uma liderança pode querer mais dos seus liderados, se não que eles aprendam tudo quanto podem ensinar e quem sabe se tornem ainda melhores, dando muitos frutos? Pelo menos deveria ser assim… Usar ‘desculpas’ para aliviar a palavra do Senhor é como Paulo nos diz “ter o desejo de ouvir coisas agradáveis” e “desviar os ouvidos da verdade e se voltar as fábulas”.

Viva o evangelho. Não se envergonhe de ser crente. Não se envergonhe pelo que estão dizendo de você.

Tenho certeza que se você colocar nas mãos de Deus cada decisão, cada passo, o Senhor vai te honrar. Ele será contigo. Você desfrutará do melhor Dele. De sua graça, de seu amor, de transformação! Deus quer te dar o bastão da plena integridade do evangelho, o bastão da vida cristã em toda sua plenitude, com tudo o que a graça e bondade do Senhor nos permite viver.

Se formos nos moldar ao padrão do mundo, ninguém seguirá a sã doutrina.

Se formos nos conformar com o mundo, ninguém seguirá a sã doutrina.

Se deixarmos a qualquer instante de perseverarmos na fé, não seguiremos a sã doutrina.

Não sejam como estes que quando ouvem falar em seguir a vontade de Deus, a verdadeira sã doutrina e os princípios de Deus, sentem coceiras nos ouvidos.

Quem perseverar até o fim será salvo.

John Wesley disse certa vez:

‘Dai-me cem pregadores que nada temem senão o pecado e nada desejam senão Deus… e com apenas esses abalarei as portas do inferno e estabelecerei o reino do céu na terra’

André Aneas

Para ouvir a pregação desta mensagem acesse o link abaixo:

 

O Bastão da Sã Doutrina – Pregação

Ou ouça o áudio:

https://andreaneas.files.wordpress.com/2011/07/o-bastc3a3o-da-sc3a3-doutrina.mp3

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O Bastão da Sã Doutrina – II Tim 4:4

Versículo 4

E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas

“Mas quem é você para me julgar?”. Como as pessoas falam isto na igreja… Na verdade todos querem estar protegido para viveram como bem quiserem. Porém, o Senhor deseja mexer em toda sua vida. Ninguém gosta de ouvir a verdade. Todos preferem as “fábulas” ou as suas verdades, pois quando o Senhor mexe em algo que gostamos, que nos dá prazer, que nos traz a paz que o mundo dá, é gerado grande desconforto.

Cada vez que criamos uma justificativa para aliviar a Palavra de Deus, estamos agindo como mestres que criam fábulas, verdadeiras “estorinhas”…

Cada pseudoverdade que é inventada para alterar a verdade de que Deus é um Deus santo e que Ele deseja santidade de nós, criamos uma fábula. Cada vez que encontramos justificativas para misturar aquilo que é santo com o que impuro, inventamos uma fábula. Cada vez que queremos nos justificar para aliviamos nossa consciência nos momento em que nos sentamos em uma roda de escarnecedores, sem citar o nome de Jesus uma vez se quer, nos permitindo rir de piadas que não agradam nosso Deus santo, mentimos para nós mesmos quanto a nossa conversão. Nos enganamos.

André Aneas

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O Bastão da Sã Doutrina – Pregação

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O Bastão da Sã Doutrina – II Tim 4:3

Versículo 3

Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências

O “porque” no início do texto se refere a justificativa pela qual Timóteo deve seguir o que Paulo está dizendo. Os santos precisão do que foi dito anteriormente para perseverarem até o fim. Tudo isto é necessário, pois no momento em que os dias maus chegarem, tudo isto fará falta.

Vivemos em tempos estranhos. Tempos em que não sabemos localizar onde está Sodoma e Gomorra. Tempos em que os princípios do Senhor estão deturpados de tal maneira, que fica difícil identificar a origem do problema. Claro que como crentes na revelação bíblica, sabemos que parte da resposta está no adversário de Deus, o diabo. O príncipe deste mundo deturpou muita coisa, graças a legalidade do pecado. O pecado levou o homem a se distanciar de Deus de modo que os princípios divinos foram substituídos. Ao invés de Deus ditar as leis, os homens foram ao encontro de filósofos, escritores, roteiristas, grandes personalidades…

Ninguém mais sabe o que é certo e errado, pois cada um tem o seu. O certo e errado são relativos. Este fato não me espanta em nada se penso no mundo que jaz o maligno. O problema é que ao olhar a igreja vejo esta realidade imperando também. Não é a toa que existem tantas denominações por ai. “Temos de ser tolerantes!” é o que dizem. Tolerância está na moda. Porém, pecado é pecado. O que é de Deus é de Deus e o que não é, não é. Ele é imutável.

A coceira nos ouvidos pode ser também representada por uma coceira nas costas. Sempre que a temos, pedimos para alguém coçar para nós. A coceira é saciada no momento em que as pessoas encontram alguém para coçar. Hoje em dia primeiro se decide o que quer ouvir (o mestre), em seguida se ouve. As pessoas querem que seus prazeres sejam saciados e de maneira nenhuma anseiam por ouvir uma palavra que traga desconforto e uma real necessidade de mudança.

O Senhor quer deixar claro que existe certo e errado. Que existe uma verdadeira sã doutrina, uma doutrina sadia. Paulo em suas cartas, inspirado pelo Senhor, tratou dos mais diversificados assuntos, da mesma maneira que outros homens de Deus. Comportamento! Formas de conduta. O Senhor é Deus de princípios. A sã doutrina “são ensinamentos com relação a família, casamento, finanças, mentira, perdão entre outros. São as orientações básicas contidas no ‘manual do proprietário’ (Bíblia) para todo aquele que quiser viver segundo os princípios de Deus” – Ismar. Propósito: mudança de vida, ensino, agindo na maneira de viver. Ela gera em nós uma base sólida para corrermos a corrida em direção à Cristo, nos dando o caminho certo.

A verdade é que a verdade dói. E a questão aqui não o jeito que se fala. A questão aqui não é quem fala. O que estamos falando é da verdade.

Como a igreja quer caminhar? Vivendo na integridade dos caminhos do Senhor? Então gostaria de lhe dizer que cada um de nós fazemos parte deste processo. Devemos zelar pela integridade do evangelho. Somos corpo e não podemos ficar inertes a falha de algum irmão. Pois se isto acontecer, estaremos deixando de amar. Estaremos deixando de lado o viver a palavra transformadora de Deus. Não podemos deixar de anunciar o verdadeiro evangelho e repugnar este que é desagradável ao paladar e sem efeito algum.

André Aneas

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O Bastão da Sã Doutrina – Pregação

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O Bastão da Sã Doutrina – II Tim 4:2

Versículo 2

Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.

Paulo exorta Timóteo a pregar a Palavra, a verdade. Após ler a carta em sua totalidade, se percebe que Timóteo tinha um chamado genuíno para ser usado no aperfeiçoamento dos santos, conforme Efésios 4:12 . Através de profecias acerca do chamado de seu chamado e seu dom, que fora dado por imposição de mãos de Paulo, o jovem já possui certeza do seu chamado. Mas Paulo percebendo os dias que viriam e as possíveis tentações que o jovem poderia sofrer, insiste de maneira desesperada para que ele pregue, e mais do que isto, para que ele esteja preparado a tempo e fora de tempo. Ou seja, em todos os momentos.

Seja quando estamos impulsionado (motivados) ou não, quando nosso discurso é ouvido ou não, quando é oportuno ou não, se é aceito ou não. Irmãos, não há tempo para descansar. Em qualquer lugar que você esteja é desejo do Senhor encontrar verdadeiros adoradores que o adorem em Espírito e em Verdade. Pessoas prontas para levar o poder de Deus! A situação é de extrema criticidade, a ponto de estarmos atentos como um militar em seu posto. Não estamos em um parque de diversão, mas em um campo de batalha. Devemos ter o foco em nossa tarefa de salgar a terra.

Admoestar, repreender e exortar. Em uma igreja contemporânea, em que só existe espaço para graça e misericórdia, o verdadeiro significado do amor é deturpado. Como podemos ver bondade em um Deus que repreende e castiga a quem Ele ama? Onde está a bondade nesta VERDADE? Irmãos, independente de mim e você, Deus não muda e Ele sabe do que nós precisamos. Graça e misericórdia com certeza, mas abusar da graça e da misericórdia? Jamais! Precisamos ser repreendidos, censurados e encorajados a viver uma vida reta, santa e justa, regida por todos os princípios daquele que nos chamou.

Através desta instrução é que a igreja chega ao arrependimento e persevera até o fim. Todo aquele que perseverar até o fim será salvo. Por isso a importância de desnudarmos o pecado, censurando-o e encorajando os irmãos.

Tudo isto com paciência e doutrina. Paciência em perseverar na repreensão, censura e exortação, pois seremos tentados a deixar isto de lado, e lançar palavras mais “lights” e moderadas. Excluindo a realidade do evangelho.

André

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O Bastão da Sã Doutrina – Pregação

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O Bastão da Sã Doutrina – II Tim 4:1

Versículo 1

Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino

Paulo inicia o capítulo 4 de maneira que deixa bem claro o teor de sua mensagem. Trata-se de algo de extrema seriedade. Sem dúvida, Timóteo encararia qualquer carta de Paulo com seriedade, porém, mesmo com toda integridade de Timóteo em relação evangelho ele ainda poderia encarar o conteúdo desta última carta com menos urgência do que Paulo e o Senhor gostariam. Paulo fala a respeito da volta do Senhor e do julgamento que Cristo trará sobre vivos e mortos. Portanto, Timóteo tinha uma incumbência diante de Cristo, um serviço a ser prestado ao Reino de Deus e não ao reino dos homens. “Conjuro-te”, ou seja, uma espécie de “pelo amor de Deus Timóteo”!

A urgência se dava pela realidade que sobrevinha quando se pensava na volta de Cristo, assunto pouco falado na igreja contemporânea, pois creio que para falar da volta de Cristo é necessário falar da preparação para volta de Cristo. Esta preparação, ou esta pregação, incomoda muita gente. Nesta volta, Paulo está certo que Cristo vem para julgar.

Gostaria de compartilhar um dos absurdos que vi nesta geração. Minha intenção aqui é denunciar aquilo que vai contra a Palavra de Deus. Vejam com seus próprios olhos…

A volta de Cristo não é utopia!!! Se prepare para ela, pois Ele vem!

Deus abençoe sua vida em nome de Jesus!

André Aneas

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O Bastão da Sã Doutrina – Pregação

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